Ser Pai é uma Arte: a presença paterna como força de transformação

Marco Antonio Gonzaga defende que a paternidade vai além do vínculo biológico e pode impactar diretamente a formação emocional dos filhos e a construção de uma sociedade menos violenta.

Em uma sociedade que debate violência, ausência emocional e relações fragilizadas dentro de casa, surge uma pergunta incômoda: onde está o pai? É justamente essa provocação que marca o lançamento de “Ser Pai é uma Arte”, novo livro de Marco Antonio Gonzaga – um alto executivo do segmento de seguros que decidiu ir na contramão de uma cultura que normaliza a ausência paterna.

Mesmo com uma carreira exigente, viagens constantes e longos períodos longe de casa, o autor nunca abriu mão de um compromisso essencial: estar presente na formação do filho. Mas este não é apenas um relato pessoal. É um chamado.

Em “Ser Pai é uma Arte”, Marco Antonio Gonzaga propõe uma reflexão direta e necessária: o papel do pai não é coadjuvante, é estruturante. Em um cenário social cada vez mais marcado por agressividade, especialmente contra mulheres, a ausência ou negligência da figura paterna deixa de ser um problema privado e passa a ser uma questão coletiva.

O livro apresenta, de forma prática e acessível, exercícios de convivência entre pai e filho que vão desde a infância até a pré-adolescência – fase crucial na construção de caráter, limites e empatia. Não se trata de teoria distante, mas de vivência aplicada, com orientações claras para pais que querem participar ativamente da formação emocional de seus filhos.

A obra também confronta um modelo ultrapassado de masculinidade, propondo um novo caminho: o do pai presente, consciente e responsável pela educação afetiva dos filhos – algo que, segundo o autor, pode impactar diretamente o futuro de uma sociedade mais equilibrada e menos violenta.

“Ser pai não é um título biológico. É uma prática diária, uma escolha constante”, defende Gonzaga.

O lançamento chega em um momento em que o Brasil discute, com urgência, temas como violência doméstica, educação emocional e responsabilidade familiar. Nesse contexto, “Ser Pai é uma Arte” não apenas contribui para o debate, ele desafia a sociedade a rever suas prioridades. Se queremos de verdade um futuro diferente, talvez seja hora de perguntar: quem está formando os homens de amanhã?

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Por Marco Antonio Gonzaga

executivo com carreira consolidada, autor de Ser Pai é uma Arte, Insurtech Desvendado e pai por convicção

Artigo de opinião

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