GoldCare fatura US$ 2 milhões com saúde por assinatura
Healthtech americana liderada por Rafael Rolim soma 12 mil usuários ativos, 200 médicos e aposta em telemedicina e educação em saúde.
A GoldCare, healthtech americana liderada por Rafael Rolim, ultrapassou US$ 2 milhões em faturamento anual ao apostar em um modelo alternativo de healthcare nos Estados Unidos. A plataforma reúne 12 mil usuários ativos, conecta membros a cerca de 200 médicos independentes e trabalha com planos de assinatura entre US$ 17 e US$ 29 por mês.
Saúde com menos burocracia e mais orientação
O diferencial da GoldCare está em combinar telemedicina, educação em saúde e comunidade digital. Na prática, a proposta é facilitar o acesso a orientação médica e ampliar a autonomia dos usuários, com conteúdo educacional, webinars com médicos e apoio de inteligência artificial para organizar fluxos internos e reduzir barreiras no atendimento.
Segundo a empresa, a operação foi desenhada para funcionar com eficiência: os custos operacionais giram em torno de 30%. A plataforma também diz ter uma base engajada, com dados internos de retenção que mostram permanência média de 223 dias entre membros que não agendam consultas e de 314 dias entre aqueles que realizam duas ou mais consultas.
Modelo cresceu fora do investimento tradicional
Um ponto que chama atenção na história da GoldCare é que a empresa foi construída sem venture capital tradicional. Entre os primeiros investimentos relevantes, está a compra do domínio goldcare.com, em uma operação de aproximadamente US$ 100 mil. A plataforma também contou com apoio financeiro da própria comunidade desde os estágios iniciais.
Rafael Rolim, natural de Canoas (RS) e hoje radicado em Miami, começou a empreender aos 17 anos, quando adquiriu uma agência de web design em Porto Alegre. Em 2018, mudou-se para os Estados Unidos após uma oportunidade profissional ligada a um cliente que expandia operações para o mercado americano.
Expansão internacional no radar
Além da atuação nos Estados Unidos, a GoldCare já registra movimentações em países como Canadá, Itália, Austrália e Japão, onde possui membros, parceiros e potenciais embaixadores locais. A meta da empresa é alcançar 100 mil membros ativos até o fim de 2027 e, no longo prazo, construir uma comunidade global com mais de 1 milhão de usuários.
Para Rolim, o crescimento da empresa também reforça o potencial de profissionais brasileiros em ambientes internacionais. O empreendedor afirma que, quando têm acesso a contextos globais e multiculturais, brasileiros podem criar negócios com escala e relevância fora do país.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



