Jovens antecipam cuidados estéticos e transformam relação com a aparência
Procedimentos estéticos ganham espaço entre pessoas de 18 a 34 anos, refletindo mudança geracional
O perfil dos procedimentos estéticos no Brasil tem se transformado com o aumento da procura entre públicos mais jovens. Atualmente, a maior concentração de intervenções ocorre na faixa etária de 18 a 34 anos, abrangendo principalmente a geração Z adulta e os millennials mais jovens. Essa tendência indica um início cada vez mais precoce dos cuidados estéticos, que vão além da cirurgia plástica tradicional.
Enquanto os millennials contribuíram para a normalização das cirurgias plásticas como parte do autocuidado, a geração Z tem antecipado esse processo, combinando intervenções cirúrgicas com tratamentos de manutenção desde os primeiros anos da vida adulta. A exposição constante nas redes sociais é um dos fatores que impulsionam essa mudança de comportamento.
Início precoce e transformação da percepção
Um exemplo dessa nova dinâmica é a influenciadora e esteticista Ravena Hanniely, de 24 anos, que realizou seu primeiro procedimento estético aos 17 anos, uma bichectomia para afinar o rosto. Na época, ela relata que não se sentia bem consigo mesma e acreditava que a mudança poderia melhorar sua autoimagem.
“Eu confesso que fiz o meu primeiro procedimento estético aos 17 anos, que foi a bichectomia para afinar o meu rosto. Naquela época, eu não me sentia bem comigo mesma e achava que aquilo poderia melhorar a forma como eu me via”, afirma Ravena.
Com o passar do tempo, Ravena desenvolveu uma compreensão mais profunda sobre sua aparência e as escolhas estéticas que fez. “Com o tempo, fui entendendo melhor meu rosto e o que fazia sentido para mim”, comenta.
Da transformação à manutenção consciente
Atualmente, atuando na área da estética, Ravena destaca que seu foco mudou da busca constante por mudanças para a manutenção e qualidade da pele. “Hoje não é mais sobre mudar o tempo todo, é sobre cuidar com mais responsabilidade e entender o que realmente faz sentido para mim”, explica.
Ela realiza tratamentos regulares voltados à regeneração da pele e à melhora de uma cicatriz atrófica decorrente de uma rinoplastia. “Eu faço tratamentos regulares pensando na regeneração da pele e na melhora dessa cicatriz, porque entendo que é um processo e que os resultados vêm com consistência”, acrescenta.
Para Ravena, a experiência pessoal aliada à atuação profissional proporcionou uma visão mais equilibrada sobre estética entre os jovens. “A gente começa muito cedo, mas só depois entende o impacto dessas escolhas. Hoje eu vejo tudo com mais responsabilidade, inclusive orientando outras pessoas a pensarem melhor antes de decidir”, conclui.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



