Itapoá registra crescimento histórico no mercado imobiliário em 2026

Vendas de apartamentos novos sobem 121,1% no 1º trimestre, com valorização do metro quadrado

O mercado imobiliário residencial vertical de Itapoá, localizada no litoral norte de Santa Catarina, iniciou 2026 com um crescimento expressivo. No primeiro trimestre do ano, as vendas de apartamentos novos aumentaram 121,1% em relação ao mesmo período de 2025, passando de 161 para 356 unidades, o que representa uma média de quatro apartamentos vendidos por dia.

Além do volume, o valor geral de vendas (VGV) também apresentou avanço significativo, subindo 109,4% e passando de R$ 128 milhões para R$ 268 milhões no período analisado. Esses dados foram obtidos por meio de um levantamento exclusivo da Brain Inteligência Estratégica para o SINDUSCON Joinville.

Consolidação e amadurecimento do mercado

O cenário revela não apenas um aumento na quantidade de vendas, mas também um amadurecimento do mercado imobiliário local. Em 2025, o município registrou um VGV total de R$ 544 milhões com 681 apartamentos vendidos. Já nos primeiros três meses de 2026, o VGV alcançou quase metade desse valor anual, indicando um ritmo acelerado de crescimento.

Outro indicador relevante é a valorização dos imóveis. O preço médio do metro quadrado privativo em Itapoá atingiu R$ 11 mil, variando entre R$ 7 mil e R$ 15 mil, conforme o padrão do empreendimento. O tíquete médio para a compra de um apartamento novo na cidade está em torno de R$ 715 mil.

Fatores que impulsionam o crescimento

Renério Neto, recém-eleito presidente do SINDUSCON Joinville, destaca que esses números confirmam a consolidação de Itapoá como uma praça estratégica para o desenvolvimento imobiliário no litoral norte catarinense. Segundo ele, o município deve se manter como um dos principais vetores de expansão imobiliária em Santa Catarina nos próximos anos.

“Itapoá vive um momento muito consistente de amadurecimento do mercado. Os resultados do nosso levantamento mostram não apenas crescimento em volume, mas também evolução na qualidade e no porte dos empreendimentos lançados”, afirma Neto.

O dirigente atribui o boom imobiliário a fatores como qualidade de vida, belezas naturais, localização estratégica e potencial de valorização dos imóveis. Esses elementos atraem tanto investidores e famílias em busca de oportunidades de emprego quanto clientes interessados em uma segunda residência para férias.

O equilíbrio entre valorização, absorção de mercado e diversificação de produtos indica um ambiente favorável para novos investimentos. A performance da construção civil no primeiro trimestre de 2026 demonstra uma demanda ativa e um mercado cada vez mais sofisticado, com opções para diferentes perfis e orçamentos.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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