Festival Takuaty une culturas indígena e afro-brasileira em Curitiba

3ª edição do evento na Casa Àlàáfíà destaca protagonismo feminino e resistência cultural nos dias 23 e 24 de maio

Nos dias 23 e 24 de maio, Curitiba recebe a 3ª edição do Festival Takuaty, evento que promove um encontro entre a ancestralidade indígena e a cultura afro-brasileira. Realizado na Casa Àlàáfíà, um quilombo urbano no Centro Histórico da cidade, o festival destaca a resistência cultural e o protagonismo feminino da comunidade Tekoa Mbya Guarani Takuaty, da Ilha da Cotinga, em Paranaguá.

O festival valoriza as tradições e saberes indígenas e afro-brasileiros, reunindo 11 apresentações culturais, palestras, oficinas e vivências. A programação inclui a palestra “Reflorestamento do imaginário”, com a pesquisadora e escritora Geni Nuñes, além de shows como o de Leo Fressato, que celebra 20 anos de carreira, e o Coral Nhe’è Porã.

A liderança da cacique Juliana Kerexu é destaque no evento. Ela representa a comunidade Tekoa Mbya Guarani Takuaty e tem papel fundamental na ampliação do diálogo sobre educação, arte e sustentabilidade entre indígenas e não indígenas. O festival é um desdobramento das ações da comunidade para fortalecer suas tradições como forma de existência e resistência.

No sábado (23), a programação começa com a palestra “Finanças pra quem não teve herança”, ministrada por Gaby Chaves, seguida por apresentações culturais como o Fandango Caiçara com o Mestre Zeca. No domingo (24), o público pode participar da oficina de Xondaro com a Tekoa Takuaty e assistir à palestra de Geni Nuñes, além de shows e teatro com grupos como As Originárias e Baquetá. O encerramento fica por conta do músico Ricardo Werá.

O Festival Takuaty é realizado pelo Ponto de Cultura Cantarim Cultural, que completa 10 anos de atuação conectando culturas tradicionais e populares ao público urbano. A Casa Àlàáfíà, onde o evento acontece, é um quilombo urbano que simboliza a resistência negra em Curitiba.

Este encontro cultural reafirma a importância da preservação do patrimônio imaterial por meio da convivência e do intercâmbio entre gerações, fortalecendo redes de afeto e construção coletiva entre comunidades indígenas, afro-brasileiras e a sociedade em geral.

O projeto é aprovado pela Secretaria de Estado da Cultura do Paraná e conta com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura do Ministério da Cultura.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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