Mulheres líderes conciliam maternidade e carreira na indústria de energia
NHS destaca trajetória de mulheres que equilibram maternidade e cargos de liderança em setor ainda majoritariamente masculino
Conciliar maternidade e carreira é um desafio para muitas mulheres, especialmente em setores historicamente dominados por homens, como o de energia. A NHS, indústria curitibana referência nacional em soluções de energia, destaca a trajetória de mulheres que vêm conquistando espaço e construindo carreira sem abrir mão da maternidade. Atualmente, as mulheres representam quase 40% dos 266 colaboradores da NHS. Entre os 30 gestores da empresa, 13 são mulheres, sendo oito em cargos de alta gestão. Esse cenário é incomum no setor elétrico brasileiro, onde as mulheres ocupam cerca de 20% das posições totais e pouco mais de 5% dos cargos de liderança.
Elisangela Mazza Auer, diretora comercial e de marketing da NHS, compartilha sua experiência de mais de duas décadas em empresas de tecnologia. Para ela, atuar em um ambiente tradicionalmente masculino nunca foi um impeditivo para sua evolução profissional. “Sempre procurei direcionar meu foco para a competência, a entrega de resultados e a construção de relações de confiança, sem me prender à questão de gênero como uma barreira”, afirma.
Ela destaca que o maior desafio está em equilibrar as responsabilidades da maternidade com uma rotina executiva intensa. “Nem sempre é sobre ter mais tempo, mas sobre estar verdadeiramente presente nos momentos que importam. Procuro manter uma agenda estruturada, com espaço para o trabalho e para a família, entendendo que o equilíbrio não é estático e se ajusta conforme as fases da vida”, explica.
Elisangela ressalta ainda a importância de ambientes corporativos flexíveis, que compreendam diferentes realidades pessoais. “Medidas como flexibilização de horários e possibilidade de escolha de férias, sempre alinhadas às necessidades da empresa, trazem mais autonomia e permitem uma gestão mais equilibrada entre carreira e vida pessoal”, destaca.
Para a diretora, a presença crescente de mulheres em posições estratégicas na NHS demonstra uma transformação natural do mercado, impulsionada pela competência e preparo técnico das profissionais. Ela incentiva outras mulheres a acreditarem em sua capacidade e a não se deixarem limitar por estereótipos. “A maternidade, longe de ser um obstáculo, pode ser uma grande fonte de força, empatia e habilidade de gestão”, conclui.
A NHS reforça que fortalecer a presença feminina em um setor técnico e estratégico passa por criar condições reais para que essas profissionais permaneçam, cresçam e liderem, respeitando diferentes trajetórias e realidades pessoais dentro do ambiente corporativo.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



