Pesquisa da UFSCar estuda bilinguismo, personalidade e aprendizagem

Estudo investiga relação entre traços de personalidade, autorregulação e domínio do inglês em brasileiros adultos.

Uma pesquisa da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) está investigando a relação entre bilinguismo, traços de personalidade e autorregulação da aprendizagem. O estudo, conduzido por Luiza Fernanda Castro Salgado, mestranda do Programa de Pós-Graduação em Psicologia (PPGPsi) da UFSCar, busca entender como esses fatores influenciam o domínio de uma língua estrangeira, especialmente o inglês.

O que é personalidade e autorregulação da aprendizagem?

Na Psicologia, personalidade é definida como um conjunto de disposições a se comportar, sentir e pensar de algumas maneiras, não sendo determinista nem fixa ao longo da vida. Já a autorregulação da aprendizagem refere-se à forma como estudantes organizam seus pensamentos, emoções, comportamentos e ambiente externo em prol da aprendizagem.

Importância do estudo para o ensino de línguas

Com o inglês se tornando um critério de permanência em universidades e no mercado de trabalho formal, compreender se e como esses fatores operam no aprendizado de uma segunda língua pode permitir a elaboração de estratégias mais eficazes para o ensino e aprendizagem de línguas estrangeiras no Brasil, principalmente na rede pública, que possui menos recursos para este fim.

Quem pode participar da pesquisa?

Podem participar brasileiros com 18 anos ou mais, que tenham concluído o Ensino Médio e possuam qualquer nível de inglês. A participação é feita online, por meio do preenchimento de três escalas: questionário sociodemográfico, escala de autorregulação da aprendizagem de inglês e Bateria de Personalidade. O tempo estimado para responder é de 10 a 15 minutos.

Detalhes do estudo

O projeto intitulado “I’ve got a puzzle for you: abertura para novas experiências, autorregulação e suas relações com o bilinguismo” tem orientação da professora Patrícia Waltz Schelini, do Departamento de Psicologia (DPsi) da UFSCar, e conta com apoio financeiro da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFSCar (CAAE: 92755725.8.0000.5504).

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