Técnica terapêutica ajuda a aliviar cólica menstrual

Massagem terapêutica promove relaxamento e melhora o bem-estar durante o ciclo

A busca por alternativas naturais para aliviar a cólica menstrual tem feito crescer a procura por terapias corporais voltadas à saúde feminina. Entre elas, a técnica conhecida como Colic Fast tem ganhado espaço ao prometer redução da dor em sessões de pouco mais de uma hora. Indicada para mulheres a partir dos 12 anos, a técnica é aplicada após o preenchimento de uma ficha de anamnese, etapa considerada essencial para identificar condições de saúde e garantir a segurança do atendimento.

O método é recomendado principalmente para casos de cólica menstrual intensa, mas também pode ser utilizado por mulheres com endometriose, síndrome dos ovários policísticos, adenomiose, inchaço abdominal e desequilíbrios hormonais.

Segundo a especialista em terapias corporais e CEO da Fast Massagem, Mayra Morais, “a massagem trabalha a região abdominal e lombar, estimulando a circulação e promovendo relaxamento muscular. Isso contribui para a redução da dor e melhora do bem-estar durante o período menstrual”.

Na Fast Massagem, o protocolo inclui ainda a finalização com pinda aromática, técnica que utiliza trouxas aquecidas com ervas para potencializar o relaxamento, aliviar tensões e intensificar a sensação de bem-estar após a massagem.

Entre os efeitos apontados estão o alívio das dores, a redução do estresse, a diminuição da tensão muscular e o estímulo à liberação de endorfinas, hormônios ligados à sensação de bem-estar.

Apesar dos benefícios, a especialista ressalta que o método não substitui o acompanhamento médico. “Em casos de dores muito intensas ou condições crônicas, o ideal é associar a técnica a uma avaliação ginecológica”, diz.

A técnica não é indicada para gestantes, pacientes em tratamento oncológico, com infecção urinária ou em tratamento renal.

Para Mayra, o aumento da procura por esse tipo de abordagem reflete uma mudança no comportamento das mulheres em relação à própria saúde. “O autocuidado tem se tornado parte da rotina, e muitas mulheres buscam alternativas menos invasivas para lidar com as dores menstruais”, afirma.

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