Afesu destaca papel das ONGs na educação gratuita para meninas vulneráveis

ONG oferece cursos gratuitos e promove inclusão social no Dia Mundial da Educação

No Dia Mundial da Educação, celebrado em 28 de abril, a Afesu (Associação Feminina de Estudos Sociais e Universitários) reforça seu compromisso com a inclusão e o desenvolvimento social por meio da educação gratuita para meninas e mulheres em situação de vulnerabilidade social. Fundada em 1963, a ONG atua há mais de 60 anos oferecendo cursos 100% gratuitos para beneficiárias de 7 a 25 anos, com foco na formação integral, apoio escolar, qualificação profissional e desenvolvimento socioemocional.

A data marca o compromisso firmado por 164 países no Fórum Mundial de Educação em Dakar (2000) para universalizar o ensino e combater o analfabetismo. Nesse contexto, o terceiro setor, representado por organizações como a Afesu, desempenha papel fundamental ao atuar diretamente nas comunidades mais vulneráveis, adaptando metodologias às realidades locais e complementando as ações do poder público.

Segundo dados do Mapa das OSCs, o Brasil possui mais de 815 mil Organizações da Sociedade Civil, com a educação como uma das principais áreas de atuação. Essas instituições desenvolvem projetos que vão desde alfabetização na idade certa até inclusão digital, educação ambiental e capacitação profissional para jovens de baixa renda. No cenário pós-pandemia, as ONGs têm sido essenciais para combater a evasão escolar e promover o acolhimento socioemocional dos alunos.

A diretora-executiva da Afesu, Sonia de Almeida, destaca que “as ONGs possuem uma agilidade que permite testar soluções pedagógicas inovadoras que, muitas vezes, servem de modelo para políticas públicas futuras”. Ela ressalta que a celebração do Dia Mundial da Educação engloba não apenas a escola, mas todo o ecossistema que mantém o aprendizado ativo, especialmente onde o Estado enfrenta maiores dificuldades de acesso.

A Afesu aposta em uma abordagem que integra aprendizado, desenvolvimento socioemocional e formação cidadã. A instituição busca ampliar o acesso de meninas e mulheres à educação de qualidade como caminho para a transformação social e a redução das desigualdades no Brasil. Sonia complementa que “iniciativas como a Afesu e tantas outras entidades, que promovem a permanência e o desenvolvimento integral dos estudantes, tornam-se essenciais”.

Para garantir a sustentabilidade, as ONGs brasileiras contam em média com 3,9 fontes de financiamento, conforme o “Panorama das ONGs: Capítulo Brasil” (2025). O apoio da iniciativa privada e as doações individuais são fundamentais para manter bibliotecas comunitárias, cursos de robótica e programas de incentivo à leitura em áreas periféricas.

A Afesu mantém unidades em regiões vulneráveis de São Paulo — Jardim Taboão, Vila Missionária e Cotia — e já atendeu mais de 15 mil beneficiárias, impactando cerca de 60 mil pessoas direta e indiretamente. A organização possui parcerias com mais de 50 empresas e instituições que colaboram para a formação humana e profissional das jovens atendidas.

Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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