Adoção responsável no Sul destaca desafios comportamentais em pets

Pesquisa revela que convivência supera crise financeira na posse de animais na Região Sul

Em um cenário marcado pelo Dia Mundial dos Animais de Rua, celebrado em 4 de abril, uma pesquisa inédita realizada pela GoldeN em parceria com a Opinion Box trouxe à tona uma característica única da Região Sul do Brasil no que diz respeito à adoção responsável de pets. Diferentemente da média nacional, onde a crise financeira é o principal motivo para devolução de animais, no Sul o maior desafio está na convivência, especialmente em problemas de comportamento (42%) e falta de tempo na rotina (39%).

Esse dado indica uma abordagem mais madura e planejada para a posse de animais, que vai além das questões econômicas imediatas. “Os dados do Sul desenham um cenário de posse muito consciente. Quando a discussão avança dos desafios financeiros para os de adaptação e rotina, isso sinaliza um nível de planejamento e comprometimento que é fundamental para o sucesso da adoção”, analisa Felipe Mascarenhas, Head de Marketing da GoldeN.

A pesquisa aponta que 66% das pessoas na Região Sul defendem uma melhor triagem para garantir uma adoção responsável, o maior índice do país. Isso demonstra que a preocupação não está apenas em encontrar um lar para o pet, mas em assegurar que o ambiente seja preparado para receber o novo membro da família.

Outro aspecto importante é o papel da família na decisão de adoção, com 42% dos adotantes sulistas indicando a influência familiar como fator central. Além disso, os tutores da região são os que mais buscam conhecer o histórico do animal antes de adotá-lo (20%). Essa postura cuidadosa se reflete também na saúde preventiva dos pets, com a Região Sul apresentando a maior taxa de castração do país, com 85% dos animais castrados.

A confiança no médico veterinário como principal fonte de informação é elevada (78%), reforçando a cultura de cuidado e responsabilidade. Como resultado dessa postura, a Região Sul é a que apresenta a menor percepção de aumento no número de animais de rua (64%), abaixo da média nacional de 77%.

No panorama nacional, a pesquisa revela que 80% dos animais adotados chegam aos lares por redes informais, como resgates diretos ou doações de amigos e familiares. A maioria dos tutores são mulheres entre 25 e 34 anos, motivadas pelo desejo de ajudar um animal abandonado. O estudo também destaca a predominância do “vira-lata” nos lares brasileiros, com 75% dos gatos e 28% dos cães sem raça definida, embora 60% dos brasileiros reconheçam o preconceito contra esses animais.

A pesquisa foi divulgada junto à exposição virtual “A Vida que Compartilhamos”, uma parceria da GoldeN com o Museu da Pessoa, que apresenta histórias reais de laços entre pets e tutores, evidenciando a importância dos animais na vida social e afetiva das famílias brasileiras.

Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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