Alta nos preços dos remédios aumenta busca por alternativas de acesso

Reajuste autorizado pela CMED impacta orçamento e reforça importância dos programas de desconto

A partir de 1º de abril de 2026, os preços dos medicamentos no Brasil sofreram reajustes autorizados pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED). O aumento médio aplicado ficou em torno de 2,2%, abaixo da inflação projetada, mas já começa a impactar o orçamento das famílias, especialmente aquelas que dependem de tratamentos contínuos.

A CMED definiu tetos de reajuste diferenciados conforme o nível de concorrência de cada medicamento: até 3,81% para remédios com maior concorrência, 2,47% para concorrência intermediária e 1,13% para menor concorrência. Apesar do teto, as indústrias farmacêuticas têm autonomia para decidir se e como repassam esses aumentos, conforme suas estratégias comerciais.

Wilson Oliveira, vice-presidente do Grupo EP e líder geral da Pixel Saúde, destaca que “o aumento dos medicamentos pressiona principalmente pacientes com doenças crônicas, que têm gastos recorrentes e, muitas vezes, elevados. Sem alternativas, parte dessas pessoas acaba interrompendo ou espaçando o uso, o que pode trazer consequências graves para a saúde”.

Neste cenário, cresce a busca por alternativas que ajudem a reduzir os custos sem comprometer a continuidade dos tratamentos. Uma das soluções que ganha destaque são os Programas de Benefício em Medicamentos (PBM), que conectam indústrias farmacêuticas, farmácias e empresas para oferecer descontos diretos ao consumidor no momento da compra.

Segundo Oliveira, “o modelo ainda é pouco conhecido por grande parte da população, mas pode representar uma economia significativa. Muitas pessoas não sabem que podem ter acesso a descontos relevantes em medicamentos por meio de programas estruturados. Dependendo do tipo de remédio e das parcerias envolvidas, a economia pode ser bastante expressiva, o que faz diferença direta na continuidade do tratamento”.

Plataformas como a epharma, pioneira em PBM no Brasil, operam esse tipo de solução, oferecendo acesso a uma ampla rede de farmácias credenciadas e condições diferenciadas de compra. Além de reduzir custos, esses programas contribuem para maior previsibilidade dos gastos com saúde, especialmente para pacientes que utilizam medicamentos de forma contínua.

Especialistas recomendam que os consumidores adotem uma postura ativa na gestão dos gastos com medicamentos, comparando preços, verificando a disponibilidade de genéricos e buscando programas de desconto. “O acesso à saúde passa também pela capacidade de manter o tratamento ao longo do tempo. Iniciativas que ampliam o acesso financeiro aos medicamentos têm um papel fundamental nesse cenário”, completa Wilson Oliveira.

Com o reajuste já em vigor, as soluções voltadas à economia e ao acesso devem ganhar ainda mais relevância no país, beneficiando tanto consumidores quanto empresas que buscam apoiar a saúde de seus colaboradores.

Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

👁️ 207 visualizações
🐦 Twitter 📘 Facebook 💼 LinkedIn
compartilhamentos

Comece a digitar e pressione o Enter para buscar

Comece a digitar e pressione o Enter para buscar