Pais desconhecem açúcar oculto em cereais infantis tradicionais

Estudo revela dificuldade na leitura de rótulos e riscos do consumo precoce de açúcar

O consumo precoce de açúcar entre crianças brasileiras tem chamado atenção de especialistas e famílias. Dados do Estudo Nacional de Alimentação e Nutrição Infantil (ENANI) indicam que 80% das crianças com menos de cinco anos já consomem alimentos ultraprocessados regularmente, e 1 em cada 4 ingere açúcar diariamente antes mesmo de completar dois anos. Um levantamento qualitativo da Papapá, empresa líder em papinhas naturais, revelou que muitos pais desconhecem a presença de açúcar nos cereais infantis tradicionais, considerados culturalmente como “engrossantes” para garantir a saciedade noturna dos bebês.

A nutricionista Carolina Rodrigues, da ADJ Diabetes Brasil, destaca que a principal barreira para as famílias é a dificuldade de entender os rótulos dos alimentos. “Muitas famílias buscam embalagens que prometem ‘não conter açúcar’, mas ele está lá na lista de ingredientes com outros nomes: xaropes de milho, glicose, frutose e maltodextrina. Todos viram glicose e impactam a glicemia da criança”, explica. Ela alerta que a exposição precoce ao açúcar não só eleva o risco de doenças metabólicas, como também “sequestra” o paladar infantil, dificultando a aceitação de alimentos naturais como frutas e legumes.

O estudo da Papapá também identificou que a praticidade ainda vence a análise nutricional na hora da compra. Muitas mães acreditam estar oferecendo um alimento fortificado, quando na verdade entregam uma carga glicêmica excessiva antes do sono do bebê. Carolina resume que “grão sozinho vira açúcar rápido. Grão combinado vira energia estável”, sugerindo substituir cereais açucarados por combinações de grãos integrais, fibras e proteínas.

Para auxiliar as famílias, a nutricionista recomenda atenção redobrada ao “Raio-X do Rótulo”, observando termos como Dextrose, Maltodextrina e Xarope de Milho, que funcionam como estratégias da indústria para mascarar a presença de açúcar. Ela reforça que o “sono pesado” após o mingau açucarado muitas vezes é resultado de um pico glicêmico e não de uma nutrição adequada.

A Papapá, fundada por pais que enfrentaram desafios na alimentação infantil, tem como missão oferecer papinhas naturais, equilibradas e livres de ultraprocessados, facilitando o dia a dia das famílias com segurança e qualidade. Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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