Amanda Meirelles alerta para riscos da desinformação em saúde nas redes sociais

Médica reforça a importância de buscar informações técnicas e responsáveis no ambiente digital

Nos últimos anos, a forma como as pessoas buscam informações sobre saúde mudou significativamente. Antes mesmo de procurar atendimento médico, muitos recorrem às redes sociais para obter respostas, orientações e experiências compartilhadas. No entanto, essa prática exige atenção redobrada, alerta a médica Amanda Meirelles.

Em sua atuação como comunicadora, Amanda destaca a importância de acompanhar conteúdos produzidos por profissionais qualificados e de questionar informações que circulam sem base técnica. “Hoje, muita gente se baseia em informações que viu na internet. Nem sempre isso vem de uma fonte confiável. O problema não é buscar informação, mas em quem você escolhe confiar”, afirma.

A circulação de conteúdos sem respaldo técnico pode levar a interpretações equivocadas, impactando diretamente decisões relacionadas à saúde, como automedicação, atraso na busca por atendimento adequado, uso de tratamentos sem eficácia comprovada e até o agravamento de quadros clínicos. “Existe uma diferença entre experiência pessoal e conhecimento técnico. Quando a gente fala de saúde, isso precisa ser levado a sério, porque pode ter consequência na vida das pessoas”, explica Amanda.

Apesar dos riscos, as redes sociais também abriram espaço para que médicos dialoguem de forma mais direta com o público, traduzindo temas complexos e facilitando o acesso à informação. Amanda reforça que estar presente nas redes como médica é uma responsabilidade que leva muito a sério. “Quando penso em um conteúdo, a minha intenção é informar de forma clara e o mais simples possível, sem criar atalhos que não existem. Eu sempre considero até onde aquela informação pode impactar e onde começa a necessidade de uma avaliação individual. Nem tudo pode ser generalizado, e isso precisa ficar claro para quem está assistindo.”

Amanda também destaca que, apesar do avanço da desinformação, a confiança em especialistas técnicos continua alta. Dados recentes do Edelman Trust Barometer 2025 indicam que médicos seguem entre as fontes mais confiáveis, com índices superiores a 70% globalmente. Ainda assim, ela alerta que as redes sociais não substituem consulta, diagnóstico ou acompanhamento médico. “Informação de qualidade ajuda, mas precisa vir de quem tem preparo para isso”, finaliza.

Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa.

Conceito visual principal em 10 palavras: redes sociais, saúde, informação, médica, smartphone, comunicação, digital, responsabilidade, confiança, clareza.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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