Benefício de fertilidade cresce no Brasil e é acessível para empresas
Entenda por que essa prática deixa de ser moda e ganha espaço nas corporações
O benefício de fertilidade começa a se consolidar no Brasil, acompanhando uma tendência global que já é realidade em países como os Estados Unidos, onde 42% das grandes empresas oferecem esse suporte, segundo a consultoria Mercer. A Nest Fertilidade, startup que trouxe esse modelo ao país, apresenta seis provas de que essa prática não é uma moda passageira e pode ser acessível para as empresas brasileiras.
Primeiramente, a demanda é real e crescente. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que 1 em cada 6 pessoas no mundo enfrenta infertilidade, o que demonstra que o tema é uma questão de saúde ampla e impacta diretamente a população economicamente ativa. Carlos Nissel, CEO da Nest Fertilidade, destaca que “existe uma demanda real, muitas vezes invisível dentro das empresas”.
Além disso, o benefício já é consolidado no exterior e o Brasil está acompanhando esse movimento. “O Brasil está apenas alguns passos atrás de um movimento que já se consolidou globalmente. A tendência é de crescimento, não de retração”, explica Nissel.
Outro ponto importante é o custo, que não é necessariamente alto para as empresas. Embora o procedimento individual, como a fertilização in vitro (FIV), possa ultrapassar R$ 30 mil, o impacto financeiro para a corporação é diluído, pois a utilização ocorre de forma pontual e distribuída ao longo do tempo. O modelo de benefício permite flexibilidade, com possibilidade de divisão de custos entre empresa e colaborador e limites para evitar recorrências. “Existe um mito de que o benefício é caro porque olhamos apenas para o custo do procedimento, mas esquecemos que a utilização é pontual e o impacto na retenção de talentos qualificados é permanente”, afirma Nissel. Pesquisa da Mercer em 2022 mostrou que 97% dos empregadores não perceberam aumento de custo após implementar o benefício.
O benefício também tem impacto direto na atração e retenção de talentos, pois profissionais valorizam empresas que oferecem suporte integral à vida pessoal, incluindo o planejamento familiar. A cofundadora da Nest, Dra. Patricia Flórido, ressalta que “quando a empresa reconhece a jornada reprodutiva como parte da vida do colaborador, ela fortalece vínculo, engajamento e percepção de cuidado”.
Além disso, o benefício amplia a agenda de diversidade e inclusão, atendendo diferentes perfis, como casais homoafetivos, pessoas que desejam adiar a maternidade ou paternidade e indivíduos que optam pela parentalidade independente. Segundo Varisco, especialista da Nest, “é uma solução que dialoga diretamente com inclusão, porque contempla múltiplas realidades familiares e momentos de vida”.
Por fim, a fertilidade tende a seguir o caminho de outros benefícios que vieram para ficar, como saúde mental e programas de bem-estar. “A fertilidade é o próximo passo natural dessa evolução no cuidado corporativo”, conclui Nissel.
A Nest Fertilidade atua como facilitadora dessa transição, oferecendo uma plataforma que conecta empresas, colaboradores e clínicas especializadas, tornando o acesso ao tratamento mais simples e acolhedor. “Nosso objetivo é mostrar que esse benefício é viável, necessário e sustentável. Ele não é uma tendência passageira, é uma resposta concreta a uma demanda real que já existe dentro das empresas”, finaliza Nissel.
Conteúdo elaborado com dados da assessoria de imprensa.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



