Bebê com câncer atendida pelo SUS evita transplante após tratamento eficaz
História de Maitê mostra importância do acesso a tratamento oncológico especializado na rede pública
No Dia Mundial de Combate ao Câncer, a história da pequena Maitê, atendida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) na Zona Leste de São Paulo, destaca a importância do acesso a tratamentos oncológicos especializados para crianças. Com 1 ano e 8 meses, Maitê foi diagnosticada com hepatoblastoma, um tumor maligno no fígado, já com metástase no pulmão. Inicialmente, a indicação médica apontava para a necessidade urgente de um transplante hepático.
A mãe da criança, Yasmin, relembra o impacto do diagnóstico: “Nenhuma mãe que gera um filho tão esperado imagina que um dia vai ouvir essa palavra tão terrível: câncer”. O desespero maior, segundo ela, era “limpar o pulmão, porque o fígado da Maitê já não servia mais”.
Encaminhada para o serviço de oncologia do Santa Marcelina Saúde, em parceria com a TUCCA, Maitê iniciou o tratamento com quimioterapia. Após três ciclos, os exames mostraram uma resposta significativa: a metástase pulmonar desapareceu e parte do fígado foi preservada, o que afastou a necessidade do transplante.
Com a melhora do quadro, a bebê passou por uma cirurgia de alta complexidade, que durou 12 horas, para remoção do tumor. “Voltamos com a Maitê completamente limpa. Não tinha mais metástase no pulmão e o tumor foi retirado. Hoje, estamos finalizando o tratamento”, afirma Yasmin.
Esse caso evidencia como a parceria entre a TUCCA e o Santa Marcelina Saúde possibilita o acesso a terapias de ponta e acompanhamento multidisciplinar para crianças em situação de vulnerabilidade social, mesmo em regiões periféricas. O modelo integra o atendimento pelo SUS com uma estrutura de alta complexidade, garantindo diagnóstico rápido e tratamento integral gratuito.
O oncologista pediatra Sidnei Epelman, diretor do Serviço de Oncologia Pediátrica do Santa Marcelina Saúde e fundador da TUCCA, destaca que “cada paciente é único” e reforça a necessidade de oferecer terapias cada vez mais precisas. Ele também ressalta que, no Brasil, o câncer infantojuvenil é a principal causa de morte por doença não acidental entre crianças e adolescentes, com cerca de 7.560 novos casos anuais.
Além do cuidado médico, o suporte emocional é fundamental. Yasmin compartilha que “você é tudo o que o seu filho precisa. A sua força transmite força para ele. E pode acreditar: não tem ninguém mais forte do que essas crianças”.
Essa história, elaborada com dados da assessoria de imprensa, reforça a relevância de políticas públicas que garantam o acesso ao diagnóstico precoce, tratamento especializado e suporte integral para crianças com câncer, aumentando as chances de cura e qualidade de vida.
CONCEITO VISUAL PRINCIPAL: bebê, hospital, tratamento, oncologia, quimioterapia, cirurgia, mãe, esperança, cuidado, saúde
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



