Placenta baixa na gestação: quando é normal e quando exige atenção médica

Entenda os riscos da placenta baixa e a importância do diagnóstico precoce no pré-natal

A placenta baixa é um diagnóstico frequente durante o pré-natal e pode gerar dúvidas e preocupações nas gestantes. Segundo o cirurgião materno-fetal Rodrigo Ruano, da University of Miami, essa condição é comum nos primeiros meses da gestação, quando a placenta está posicionada próxima ao colo do útero, mas tende a se deslocar naturalmente conforme o útero cresce. “Nem toda placenta baixa representa perigo, mas é fundamental monitorar”, explica o especialista.

Quando a placenta permanece em posição baixa ou cobre o colo uterino, configurando a placenta prévia, a situação requer acompanhamento mais rigoroso. Nesses casos, há risco de sangramento e a necessidade de adaptar a condução do parto para garantir a segurança da mãe e do bebê. Além disso, Ruano alerta para a possibilidade de condições mais graves, como a vasa prévia, em que vasos sanguíneos do bebê ficam desprotegidos ao atravessar o colo do útero. “Se houver ruptura da bolsa, o sangramento pode ser rápido e colocar a vida do bebê em risco”, destaca.

O diagnóstico precoce é essencial para identificar essas situações e definir a melhor conduta. Exames como a ultrassonografia obstétrica com Doppler permitem avaliar o posicionamento da placenta e mapear os vasos sanguíneos, enquanto a ultrassonografia transvaginal oferece uma análise precisa da região do colo do útero. “Esses exames fazem parte da rotina do pré-natal e estão disponíveis tanto na rede privada quanto pelo SUS, especialmente quando há suspeita clínica ou fatores de risco”, comenta o médico.

Manter o pré-natal em dia e seguir as orientações médicas são recomendações fundamentais para gestantes com placenta baixa. Em casos de dúvidas ou diagnóstico confirmado, avaliações complementares podem ser indicadas para monitorar a evolução da gestação. O avanço da medicina fetal também traz novas possibilidades, como a cirurgia fetal minimamente invasiva, que surge como alternativa em casos selecionados, ampliando as opções de tratamento.

Rodrigo Ruano é reconhecido internacionalmente por sua expertise em cirurgia materno-fetal e pioneirismo em técnicas minimamente invasivas. Sua experiência reforça a importância do acompanhamento especializado para garantir uma gestação segura, mesmo diante de condições que exigem cuidados especiais.

Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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