Coletivo apoia mães solo com kits e contraturno para filhos em São Paulo

Rede criada por Thais Cassapian fortalece acolhimento e combate isolamento de mães solo

Em São Paulo, 33% das mulheres cuidam sozinhas dos filhos, cenário que evidencia a importância do Coletivo de Apoio à Maternidade Solo, criado por Thais Cassapian. A iniciativa atua como uma rede essencial de acolhimento e suporte para essas mulheres, oferecendo ajuda prática e emocional.

O projeto distribui kits de alimentos que incluem itens não perecíveis como arroz, feijão, leite longa vida, macarrão, biscoitos, sal e farinha, além de produtos frescos como ovos, frutas e verduras. Também são entregues produtos de higiene, incluindo fraldas e fórmulas infantis para bebês que não estão em aleitamento materno. As entregas são feitas diretamente nas casas das mães, garantindo acesso e conforto. Atualmente, 500 vidas são impactadas mensalmente graças às doações recebidas.

Além da alimentação, o Coletivo oferece um programa estruturado de contraturno escolar para crianças, divididas em turmas por faixa etária – crianças em idade de ensino fundamental e crianças entre 4 e 6 anos. No espaço localizado na Zona Norte de São Paulo, as crianças recebem suporte para dificuldades de aprendizagem com equipe multidisciplinar, apoio psicológico, recreação com profissional especializada e duas refeições diárias. O incentivo à higiene pessoal também faz parte do projeto.

Thais Cassapian destaca que o projeto cresceu conforme as necessidades das mães e crianças. “Com apoio das doações contratamos pedagogas, fonoaudióloga, psicólogo. Temos o apoio de pediatra uma vez por mês. E mais: ofertamos transporte gratuito para que a locomoção não seja um impeditivo a quem precisa de nosso apoio”, relata.

O Coletivo não conta com apoio estatal e mantém campanha permanente para doações em seu site. A iniciativa é fundamental diante do panorama nacional: o Brasil tem 11,3 milhões de mães solo, representando cerca de 15% dos lares, com 90% delas sendo mulheres negras, que enfrentam alta vulnerabilidade financeira e falta de redes de apoio próximas.

“A maternidade solo é marcada por uma jornada muitas vezes silenciosa e sobrecarregada. Nosso objetivo é mostrar a essas mulheres que elas não estão sozinhas”, afirma Thais Cassapian. “Criamos um espaço onde a sororidade deixa de ser teoria e vira prática. Aqui, elas encontram o suporte prático para prosperar, e não apenas sobreviver. É sobre construir uma comunidade que entende, acolhe e impulsiona,” conclui.

O Coletivo de Apoio à Maternidade Solo é uma rede vital que promove o empoderamento materno e combate o isolamento social, oferecendo suporte concreto para mães solo e seus filhos. Para mais informações, acesse o site oficial da iniciativa.

Conteúdo elaborado com dados da assessoria de imprensa.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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