Rede paranaense investe R$ 1 milhão em ensino empreendedor para Geração Alpha
Escola Mira expande franquias e prepara crianças para desafios do futuro com metodologia inovadora
Com um aporte de R$ 1 milhão, a Escola Mira, rede paranaense de ensino, está acelerando sua expansão para preparar crianças e jovens da Geração Alpha para o futuro do trabalho. Fundada em Londrina (PR) por Ana e Marco Casagrande, a escola tem como foco desenvolver habilidades empreendedoras essenciais, como liderança, comunicação, resolução de problemas, pensamento crítico, inovação e educação financeira.
Segundo pesquisa da Companhia de Estágios e da Opinion Box, 80% dos adolescentes da Geração Alpha, nascidos a partir de 2010, demonstram interesse pelo empreendedorismo e desejam abrir o próprio negócio. A Escola Mira surgiu para suprir a lacuna do ensino tradicional, que não contempla essas competências de forma estruturada.
Atualmente, a rede conta com mais de 200 alunos e unidades em Londrina e Maringá, com planos de inaugurar novas escolas em Curitiba, Cascavel, São Paulo e Santa Catarina. O aporte recebido de investidores-anjos será utilizado para impulsionar o crescimento via franquias, fortalecer a tecnologia educacional e ampliar o alcance da metodologia inspirada no Vale do Silício, principal polo global de inovação.
A metodologia da Escola Mira é baseada em estudos de Harvard, na Teoria do Behaviorismo — que analisa o comportamento humano a partir de estímulos e respostas — e no ensino invertido, onde o facilitador fala no máximo cinco minutos para estimular o protagonismo dos alunos. Além disso, valores do esporte, como disciplina e persistência, também são incorporados às práticas pedagógicas.
A escola atua com sete pilares fundamentais: generosidade, relacionamentos duradouros, mão na massa, liderança, resolução de problemas, educação financeira e inovação. Esses princípios orientam desde a criação de projetos até o desenvolvimento das habilidades interpessoais, emocionais e empreendedoras dos estudantes.
As turmas são pequenas, com no máximo 20 alunos, garantindo atenção individualizada e maior interação. Os estudantes têm a oportunidade de criar negócios reais, apresentar pitchs e resolver cases, desenvolvendo competências socioemocionais pouco exploradas no ensino tradicional brasileiro.
O investimento inicial para abrir uma unidade da rede é de R$ 240 mil, com previsão de faturamento médio mensal de R$ 150 mil após dois anos de operação. Em 2025, a empresa faturou R$ 2,2 milhões e projeta encerrar 2026 com R$ 4,3 milhões.
Ana e Marco Casagrande, que cresceram em ambientes empreendedores e possuem experiência em psicologia, contabilidade e gestão, estão à frente do negócio e destacam a importância de preparar as novas gerações para os desafios do mercado de trabalho. O conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



