Reajuste de medicamentos impacta empresas e saúde dos colaboradores em 2026
Aumento nos preços pode levar à interrupção de tratamentos e custos maiores para empresas
O reajuste dos preços dos medicamentos entrou em vigor no dia 1º de abril de 2026, com autorização da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED). O teto máximo permitido para o aumento é de 3,81%, com uma média ponderada estimada em 1,95%, conforme dados do Sindusfarma. Embora o impacto imediato pareça ser para o trabalhador que arca com o custo do tratamento, as empresas também enfrentam consequências importantes.
Luis Gonzalez, CEO e cofundador da Vidalink, destaca que o aumento no preço dos remédios pode levar o colaborador a interromper o tratamento, especialmente em casos de hipertensão, diabetes, colesterol alto ou transtornos de saúde mental. “Essa interrupção é o início de uma trajetória que reaparece nas contas da empresa meses depois, como internação, afastamento prolongado ou queda de produtividade que nenhuma pesquisa de clima consegue mapear”, explica.
Uma pesquisa realizada pela Vidalink com 1,1 milhão de usuários mostra que 1 em cada 12 trabalhadores já utiliza medicação para saúde mental, sendo que as mulheres representam quase 62% desse consumo. Além disso, 63% dos profissionais relatam ansiedade, angústia ou desmotivação na maior parte do tempo. O uso de medicamentos para saúde mental cresceu em todas as faixas etárias, com destaque para a Geração Z, que teve alta de 7,9% em 2024. Outro dado preocupante é que 31% dos trabalhadores não fazem nada para cuidar da saúde mental, índice que sobe para 46% entre mulheres pretas e pardas.
O quadro se agrava quando se observa a adesão ao tratamento para doenças crônicas. Colaboradores que interrompem a medicação por causa do aumento dos preços são os principais responsáveis por internações evitáveis. Isso eleva a sinistralidade dos planos de saúde corporativos, que já sofreram reajustes médios entre 14% e 19% em 2025, segundo a Pesquisa de Benefícios Corporativos da Pipo Saúde.
A médica parceira da Vidalink, Dra. Regina Sobreiro, reforça que “o Plano de Medicamentos é infinitamente mais barato do que uma internação por hipertensão, diabetes ou outras doenças crônicas. A adesão ao tratamento é o que equilibra o plano de saúde.”
Para ajudar o RH a enxergar o impacto financeiro do reajuste, a Vidalink desenvolveu uma Calculadora de ROI gratuita. Essa ferramenta estima o retorno financeiro de um Plano de Medicamentos com base no perfil da empresa, considerando custos evitados com internações e afastamentos por doenças crônicas e transtornos mentais. Luis Gonzalez destaca que “quando o preço do remédio sobe, a primeira reação do trabalhador é cortar a despesa. A empresa não vê isso acontecer. Vê apenas, meses depois, o reajuste do plano de saúde e a conta da internação. O Plano de Medicamentos é o que evita esse ciclo.”
A Vidalink, maior empresa de planos de bem-estar corporativo do Brasil, oferece um Plano de Medicamentos 100% digital, que integra saúde física e mental e funciona como um aumento salarial indireto, com custo até 85% menor para as empresas do que repassar o mesmo valor na folha. A empresa atende mais de 850 companhias e 4 milhões de usuários, incluindo grandes marcas como Apple, iFood e Johnson & Johnson.
Conteúdo elaborado com dados da assessoria de imprensa.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



