Geração jovem enfrenta desafios para acessar planos de saúde tradicionais
Novos modelos digitais surgem para atender jovens empreendedores fora da CLT
O perfil da força de trabalho jovem no Brasil está passando por uma transformação significativa, que impacta diretamente o acesso aos planos de saúde tradicionais. Uma pesquisa do Centro de Estudos Sociedade, Universidade e Ciência (Sou_Ciência), da Unifesp, em parceria com o Instituto IDEIA, mostrou que 30% dos jovens entre 18 e 27 anos querem ser empreendedores, enquanto apenas 11% desejam trabalhar com carteira assinada (CLT).
Esse cenário indica que uma geração inteira pode ficar fora do modelo tradicional de saúde privada, que ainda depende majoritariamente do vínculo formal de trabalho. Segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), 73% dos 53 milhões de brasileiros com planos de saúde possuem planos empresariais, ou seja, vinculados à CLT.
Diante disso, cresce a necessidade de alternativas para o acesso à saúde. A CrowdCare, plataforma online de financiamento coletivo para despesas médicas, chegou ao Brasil no início de 2026 para atender essa demanda. Karina Brito, CEO da CrowdCare no Brasil, explica que o modelo é um crowdfunding exclusivo para consultas, exames, cirurgias e outros procedimentos.
Para se tornar membro, basta baixar o aplicativo disponível para Android e iOS. Há três modalidades de associação: individual para pessoas de 0 a 54 anos (R$ 250), individual para 54 a 64 anos (R$ 410) e familiar para até quatro membros (R$ 550). “Os membros da CrowdCare são pacientes particulares. Com isso, podem escolher livremente médicos, laboratórios, hospitais e outros serviços elegíveis para financiamento, sem burocracias ou restrições, em todo o território brasileiro”, afirma Karina.
O funcionamento é simples: o membro paga a mensalidade e, a cada despesa médica, há uma coparticipação fixa de R$ 250, independentemente do valor total da conta médica, exceto no caso de parto. Por exemplo, se a consulta custa R$ 650, o paciente paga diretamente e pode solicitar reembolso de R$ 400 pelo aplicativo. Para despesas maiores, como cirurgias, a CrowdCare pode negociar diretamente com o hospital para cobrir os custos.
Além da mudança nas relações de trabalho, jovens das gerações Z e Millennials lideram o uso de soluções digitais para saúde, como telemedicina. “A CrowdCare vem ao encontro dos hábitos desse público, pois os serviços são 100% digitais e focados na experiência do usuário”, destaca Karina. O aplicativo centraliza a jornada do paciente, permitindo comunicação direta, solicitação de reembolsos e acesso a consultas médicas e psicoterapia online, descontos em medicamentos, cobertura para vacinas fora do calendário oficial e consultoria de saúde 24/7.
“Sem dúvida, a tendência hoje é encontrar maneiras mais sustentáveis de cuidar da saúde. O modelo de cuidado médico da CrowdCare é centrado no paciente, priorizando a experiência de nossos membros”, conclui Karina Brito.
Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



