Esporotricose em SP: mais de 20 mil casos em 2025 alertam para avanço da doença

Gatos são principais transmissores; nova técnica com pulsos elétricos traz esperança no tratamento felino

O estado de São Paulo registrou em 2025 um recorde histórico de casos de esporotricose, com mais de 20 mil ocorrências entre gatos e humanos, segundo o boletim epidemiológico divulgado em fevereiro de 2026 pela Secretaria da Saúde. Foram notificados 12.728 casos em animais, principalmente gatos, e 7.834 em pessoas, indicando um avanço preocupante da doença no estado.

A esporotricose é uma infecção causada pelo fungo do gênero Sporothrix, que provoca lesões cutâneas que começam como pequenos caroços e podem evoluir para úlceras abertas com secreção. Essas feridas são difíceis de cicatrizar e podem se espalhar pelo corpo. O tratamento antifúngico é longo e nem sempre eficaz, o que dificulta o controle da doença.

Segundo o Centro de Vigilância Epidemiológica de São Paulo, cerca de 83,7% dos casos humanos tiveram origem no contato direto com gatos infectados, enquanto 16,3% resultaram de exposições ambientais, como solo e plantas contaminadas. O professor Carlos Brunner, especialista em medicina veterinária da UNIP, destaca que “quando analisamos os dados disponibilizados pelo CVE, vemos que houve um crescimento vertiginoso de 2024 para 2025, tanto em gatos quanto para humanos”.

Além disso, 39,9% das infecções humanas ocorreram dentro de casa, evidenciando o papel central dos gatos domésticos na transmissão. A notificação da doença em humanos tornou-se obrigatória desde janeiro de 2025, mas a contagem em animais ainda depende de cada estado, o que dificulta o controle efetivo da epidemia.

Em meio a esse cenário, surge uma esperança para o tratamento da esporotricose felina: o SPORO PULSE, equipamento desenvolvido pelo professor Carlos Brunner em parceria com a startup Akko Health Devices. A tecnologia utiliza eletroporação, aplicando pulsos elétricos que provocam a formação de poros irreversíveis na estrutura celular do fungo, eliminando-o sem prejudicar o tecido do gato.

Brunner explica que “quem tem gato sabe que dar remédio via oral é muito difícil… a técnica exige menor número de manipulações do gato, menor custo, boa eficácia em animais resistentes à terapia convencional e redução do período de tratamento”. O equipamento está disponível no mercado e vem sendo testado com sucesso em clínicas veterinárias.

A Akko Health Devices, responsável pelo SPORO PULSE, é uma empresa focada em soluções inovadoras para tratamentos veterinários, com profissionais experientes que buscam melhorar a saúde e o bem-estar dos animais.

Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa.

Conceito visual principal: gatos, lesões cutâneas, tratamento, eletroporação, clínica veterinária, fungo, pulsos elétricos, saúde animal, zoonose, São Paulo.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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