Plataforma “Red é de Sangue” combate misoginia nas redes sociais brasileiras
Iniciativa oferece educação, apoio psicológico e mobilização contra discursos misóginos online
A plataforma “Red é de Sangue” surge como uma importante iniciativa para conscientizar e mobilizar brasileiros contra a influência misógina nas redes sociais. Baseada em uma pesquisa inédita realizada entre 6 e 8 de março com mais de 1.100 brasileiros, a plataforma revela que 75% da população vê as redes sociais como o principal espaço de disseminação da misoginia.
O projeto, idealizado pelo braço ESG da agência Fresh PR com apoio do Sindilegis, Hibou Pesquisas e outros parceiros, oferece uma série de recursos para enfrentar o problema. Entre eles, conteúdos educativos que explicam a relação entre comunidades “Red Pill” e o aumento da violência contra mulheres, apoio psicológico para homens e mulheres, além de um tutorial para denunciar crimes de ódio online.
Segundo a pesquisa, homens estão mais expostos a conteúdos associados a comunidades como “Red Pill” e “incel”, e embora menos homens do que mulheres reconheçam esses conteúdos como incitação à violência, ambos os gêneros percebem a gravidade do problema. Por exemplo, 79,7% das mulheres e 59% dos homens acreditam que esses conteúdos contribuem para o aumento da agressividade contra mulheres.
A plataforma também oferece um abaixo-assinado que pressiona por políticas públicas mais rigorosas para combater a misoginia. Além disso, disponibiliza grupos de acolhimento como ‘Homem Autêntico’, ‘MuRA’ (Mulheres em Relações Abusivas) e os grupos reflexivos do MEMOH, focados na mobilização coletiva dos homens.
Ana Beatriz Schauff, CEO da Fresh PR e idealizadora da iniciativa, destaca que “construímos um espaço confiável e seguro para concentrar conhecimento e ações possíveis no combate à misoginia e à influência ‘Red Pill’ nas redes sociais”. A plataforma busca ampliar a conscientização coletiva e contribuir para que o debate alcance um público ainda maior.
A pesquisa da Hibou Pesquisas e Insights, que embasa o projeto, revela que 89,7% das mulheres e 86,2% dos homens já ouviram frases associadas a discursos misóginos, como “Mulher que ganha mais que o homem destrói o casamento” e “Mulher com mais de 35 anos e solteira é rodada”. Cerca de 59,5% das mulheres relatam ter sofrido desqualificação ou agressão verbal por conta do gênero, enquanto apenas 15,3% dos homens passaram por situação semelhante.
O “Red é de Sangue” oferece ainda um vídeo didático chamado “caminho da violência – de meninos a feminicidas”, que explica como referências externas moldam o comportamento masculino e normalizam a violência contra a mulher.
Para apoiar o projeto, basta acessar redsangue.com.br ou o perfil @redsangue no Instagram. O conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa.
Conceito visual principal em 10 palavras: redes sociais, misoginia, violência, conscientização, apoio psicológico, denúncia, educação, mobilização, proteção, comunidade.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



