5 decisões para reduzir prejuízos e fortalecer a governança nas empresas
Estratégias práticas para disciplina financeira e gestão de riscos no ambiente empresarial
Com um cenário desafiador marcado por 73,5 milhões de brasileiros inadimplentes e juros elevados, as empresas precisam adotar decisões estratégicas para evitar prejuízos e fortalecer sua governança. O especialista Ricardo Hiraki, sócio-fundador da Plano Fintech, destaca que “coragem não é agir no impulso. É assumir riscos calculados, entendendo impacto, prazo e responsabilidade sobre cada decisão”.
Segundo Hiraki, muitos empresários confundem velocidade com estratégia, o que pode gerar vulnerabilidades. Para ele, “empresa precisa de método, não de impulso”. O especialista aponta que decisões como assumir crédito caro sem projeção de fluxo ou contratar serviços sem avaliar contratos podem comprometer a margem e a reputação do negócio.
Para agir com responsabilidade e previsibilidade, Hiraki recomenda cinco decisões essenciais:
1. Planejamento de risco antes da expansão: Projetar o fluxo de caixa, simular cenários adversos e definir limites de endividamento ajudam a preservar o capital de giro e manter a capacidade de reação diante de crises.
2. Separação entre finanças pessoais e empresariais: Misturar contas dificulta a análise real do desempenho e pode levar à descapitalização silenciosa. Uma estrutura contábil organizada permite decisões baseadas em números concretos.
3. Formação de reserva estratégica: Assim como famílias têm fundo de emergência, as empresas devem manter capital de giro compatível com seus custos fixos, reduzindo a dependência de crédito emergencial em períodos instáveis.
4. Critério na contratação de consultorias e serviços financeiros: Avaliar histórico, certificações, modelo de remuneração e clareza das responsabilidades é fundamental antes de fechar contratos. Hiraki reforça: “Não basta prometer retorno. É preciso entender risco, prazo e custo da decisão”.
5. Monitoramento contínuo de indicadores: Acompanhar margem, endividamento, inadimplência e metas operacionais permite ajustes rápidos e evita que pequenos desvios se tornem problemas estruturais.
Além da proteção financeira, essa postura estratégica fortalece a governança e melhora a relação com sócios, investidores e equipes. Empresas que estruturam seus processos decisórios transmitem previsibilidade e reduzem conflitos internos.
Ricardo Hiraki destaca que “coragem empresarial é saber dizer não quando os números não sustentam a ideia. Adiar um projeto pode ser mais estratégico do que insistir nele”. O ponto de partida deve ser a revisão do orçamento, leitura detalhada de contratos e mapeamento de riscos operacionais e financeiros, seguidos do estabelecimento de metas realistas e indicadores de acompanhamento.
O conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



