Outono: alimentação, hidratação e sono fortalecem a imunidade feminina
Imunologista da Rede São Camilo orienta cuidados para prevenir doenças respiratórias na estação
Com a chegada do outono, as mudanças de temperatura e a maior permanência em ambientes fechados elevam o risco de gripes, resfriados e outras infecções respiratórias. Segundo o Informe de Vigilância das Síndromes Gripais de 14 de março de 2026, do Ministério da Saúde, houve aumento de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em quase todos os estados brasileiros.
O imunologista Alexandre Okamori, da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, ressalta que manter a imunidade alta depende de cuidados constantes. “Uma boa imunidade nessa época do ano depende da combinação de hábitos que sustentam a produção das células de defesa. Um dos pontos mais importantes da imunidade é o que comemos, por isso, não podemos esperar ficar doentes para buscar vitaminas”, afirma.
Ele destaca a importância da Vitamina C e do Zinco, encontrados em alimentos como acerola, kiwi, brócolis, sementes de abóbora e feijão, que auxiliam na produção e funcionamento dos glóbulos brancos. O betacaroteno, presente na abóbora e na cenoura, também é benéfico, pois se converte em Vitamina A, que protege as mucosas respiratórias. Okamori ainda menciona o consumo de probióticos, que deve ser orientado por médico, já que grande parte do sistema imunológico está no intestino.
A hidratação é outro ponto fundamental. Com a queda da temperatura, a sensação de sede diminui, mas o corpo precisa de água para manter as mucosas do nariz, boca e garganta umidificadas, que funcionam como barreira natural contra vírus e bactérias. “A desidratação, mesmo leve, compromete a eficácia das defesas imunológicas”, explica o especialista. Para ajudar na ingestão de líquidos, ele sugere chás com limão e gengibre, que têm propriedades anti-inflamatórias e termogênicas, além de vitamina C.
O sono regular também é essencial para o sistema imunológico. O especialista alerta que a falta de sono ou o estresse crônico aumentam a liberação de cortisol, uma substância que suprime a imunidade. “Manter uma rotina de sono regular também melhora a imunidade”, reforça Okamori.
Além dos cuidados pessoais, medidas simples como lavar as mãos frequentemente e ventilar os ambientes são indispensáveis. “Em locais fechados, a concentração de vírus aumenta, e abrir as janelas, mesmo que por poucos minutos, renova o ar e reduz significativamente o risco de contaminação”, conclui o imunologista.
Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo.
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Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



