Mitomania: entenda o transtorno da mentira compulsiva e a importância da terapia

Psicóloga explica como identificar e tratar a mitomania no Dia da Mentira

No Dia da Mentira, 1º de abril, é importante refletir não só sobre as brincadeiras comuns, mas também sobre a mitomania, um transtorno psicológico que envolve o ato compulsivo de mentir. A psicóloga e doutora em Comunicação, Dra. Regina Nicolosi, alerta para a gravidade desse comportamento que pode afetar profundamente as relações e a saúde mental.

Mentir é um comportamento frequente no cotidiano. Uma pesquisa da University of Massachusetts Amherst, liderada pelo psicólogo Robert S. Feldman em 2015, revelou que cerca de 60% das pessoas contam pelo menos uma mentira nos primeiros dez minutos de uma conversa, com uma média de duas a três mentiras. Muitas vezes, essas mentiras são usadas para autopromoção ou para evitar conflitos, o que pode parecer socialmente aceitável.

Porém, a mitomania vai além das mentirinhas comuns. Segundo a Dra. Regina Nicolosi, “é um comportamento que, muitas vezes, começa de forma aparentemente inofensiva, mesmo na infância, mas pode se tornar viciante e extremamente prejudicial, tanto para quem mente quanto para aqueles ao seu redor. O impacto emocional e social pode ser profundo”. Pessoas com mitomania mentem de forma compulsiva e incontrolável, usando falsidades como defesa, para chamar atenção ou criar uma falsa identidade.

A mentira crônica está frequentemente associada a outros transtornos de saúde mental, como ansiedade e depressão, conforme levantamento da Psychology Today. Além disso, a compulsão por mentir pode causar conflitos interpessoais, perda de credibilidade, isolamento emocional e culpa, já que o indivíduo teme ser descoberto.

Reconhecer a mitomania pode ser desafiador, pois os mentirosos compulsivos costumam criar histórias elaboradas e convincentes. No entanto, existem sinais de alerta, como mentiras recorrentes mesmo sem necessidade, dificuldade em manter versões consistentes e uso automático de mentiras em situações simples.

A Dra. Regina ressalta a importância da busca por ajuda profissional: “Uma pessoa que mente constantemente precisa buscar ajuda profissional. A terapia pode ajudar a entender os gatilhos e trabalhar com estratégias para mudar esse padrão”. Ela também destaca que familiares e amigos têm papel fundamental no processo, pois muitas vezes o mentiroso não percebe a gravidade do comportamento.

Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa e traz informações essenciais para quem deseja entender melhor a mitomania e suas implicações na saúde mental feminina.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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