Cirurgia facial profunda: técnica que valoriza naturalidade no rejuvenescimento
Deep Plane Facelift cresce entre pacientes que buscam resultados naturais e preservação da identidade
A cirurgia facial profunda tem conquistado cada vez mais espaço entre pacientes que desejam um rejuvenescimento natural e preservação da identidade. Segundo dados da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS), foram realizados 34,9 milhões de procedimentos estéticos em 2023, com um crescimento de 19,6% nas cirurgias faciais. O Brasil segue entre os países que mais realizam essas intervenções, ao lado dos Estados Unidos e Coreia do Sul.
A cirurgiã plástica Dra. Danielle Gondim, formada pelo Instituto Ivo Pitanguy e membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, destaca o avanço da técnica Deep Plane Facelift. “Hoje a prioridade não é mudar o rosto do paciente, mas restaurar estruturas que se deslocam com o tempo. O objetivo é recuperar contornos naturais preservando identidade e expressão”, afirma.
Diferente das técnicas superficiais que apenas tracionam a pele, o Deep Plane Facelift atua abaixo do SMAS, camada que sustenta a face, reposicionando músculos e compartimentos de gordura. Isso permite restaurar as proporções originais em áreas como bochechas, mandíbula e pescoço, evitando o aspecto artificial e esticado comum em métodos tradicionais.
Além da naturalidade, a durabilidade dos resultados é outro ponto forte da técnica. “Quando reposicionamos músculos e gordura que se deslocaram com o tempo, a face mantém um aspecto mais descansado e natural ao longo dos anos”, explica a especialista. O procedimento pode ser complementado por outras cirurgias, como blefaroplastia e lifting de sobrancelhas, para garantir harmonia facial.
Dra. Danielle indica cinco pontos essenciais para quem busca rejuvenescimento facial natural: avaliação individual da anatomia, escolha de cirurgião especializado em face, planejamento de procedimentos complementares, reposicionamento estrutural em vez de tração da pele e acompanhamento médico no pós-operatório.
A especialista reforça que o perfil dos pacientes mudou. “As pessoas querem continuar sendo reconhecidas. O que procuram hoje é uma aparência mais descansada e natural, sem perder características próprias do rosto”, conclui.
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Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



