Cirurgia de pálpebras cresce no Brasil com “efeito zoom” e redes sociais
Videoconferências e exposição digital aumentam busca por blefaroplastia entre jovens e idosos
A cirurgia de pálpebras, conhecida como blefaroplastia, tem ganhado destaque no Brasil, acompanhando uma tendência mundial impulsionada pelo que especialistas chamam de “efeito zoom”. O aumento do uso de videoconferências profissionais e a exposição constante nas redes sociais têm levado muitas pessoas a uma autocrítica maior sobre a aparência do olhar, segundo o cirurgião plástico Juliano Pereira, membro da diretoria da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).
“O ‘efeito zoom’ e as redes sociais trouxeram uma autocrítica intensificada sobre a aparência. Estar constantemente em videoconferências profissionais e exposto em redes sociais tornou o olhar uma das áreas mais observadas pelas próprias pessoas”, explica o especialista.
Antes, a blefaroplastia era associada principalmente a pessoas mais velhas, mas hoje o perfil dos pacientes mudou. Segundo Juliano Pereira, jovens também procuram o procedimento para corrigir características que incomodam ou para prevenir sinais de envelhecimento. A busca por resultados naturais e sutis é uma tendência forte: “A blefaroplastia moderna busca preservar a expressão natural, evitando o aspecto artificial. O objetivo é rejuvenescer mantendo as características individuais do rosto”, destaca.
Os motivos para realizar a cirurgia podem ser tanto estéticos quanto funcionais. Entre as principais queixas estão a aparência de cansaço permanente causada pelo excesso de pele e bolsas de gordura nas pálpebras, que conferem um aspecto fatigado mesmo em pessoas descansadas. Além disso, o excesso de pele nas pálpebras superiores pode comprometer o campo visual, transformando a cirurgia em uma necessidade médica real. Bolsas de gordura nas pálpebras inferiores e dificuldades para aplicar maquiagem também são motivos frequentes para a procura.
A blefaroplastia pode ser feita nas pálpebras superiores, inferiores ou em ambas, com diferentes tipos de anestesia, sempre em ambiente adequado. Juliano Pereira reforça a importância da avaliação médica individualizada para determinar se o procedimento é indicado e seguro para cada paciente. “A decisão de realizar uma blefaroplastia deve sempre envolver consulta detalhada com cirurgião plástico qualificado, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, que avaliará as condições individuais, expectativas e a melhor abordagem para cada caso”, conclui.
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Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



