Tratamento da obesidade exige acompanhamento multidisciplinar e visão sistêmica

Cirurgião César De Fazzio destaca importância da integração entre medicina, nutrição e psicologia

O tratamento da obesidade no Brasil está passando por uma transformação importante, onde o olhar médico vai além do procedimento técnico e assume um papel estratégico. Com mais de 15 anos de experiência, o cirurgião bariátrico César De Fazzio destaca que o sucesso na perda de peso depende de uma visão sistêmica e do acompanhamento multidisciplinar, que envolve medicina, nutrição e psicologia.

Segundo De Fazzio, o emagrecimento não acontece apenas na sala de cirurgia. “O procedimento, seja ele clínico ou cirúrgico, é apenas uma ferramenta. O que viabiliza bons resultados é a capacidade de enxergar o paciente de forma global e individualizada, além da adesão dele ao tratamento proposto”, afirma o especialista. Isso significa que o cuidado deve ser contínuo e personalizado, respeitando as necessidades e particularidades de cada paciente.

O cirurgião ressalta que cabe ao médico orientar o paciente desde a indicação do protocolo clínico mais adequado até a realização de intervenções complexas, sempre prezando pela segurança e ética. Ele também destaca seu papel como coordenador do plano de emagrecimento, integrando as áreas essenciais para o sucesso do tratamento. “Esse modelo de gestão estratégica permite identificar o momento exato de transição entre protocolos, combatendo a estagnação da perda de peso e garantindo suporte em todas as fases do processo”, explica.

Com o avanço das novas drogas e tecnologias, o arsenal terapêutico para a obesidade se expandiu. No entanto, De Fazzio alerta que a cirurgia bariátrica não será substituída por medicamentos, mas que a combinação de abordagens pode ser benéfica. “Vejo, na verdade, um aumento do nosso arsenal terapêutico e das ferramentas que conseguimos trazer para melhorar a vida do paciente”, comenta. O ideal, segundo ele, é que o tratamento seja definido a partir de um diagnóstico criterioso, considerando o histórico, as expectativas e as necessidades reais do paciente.

O especialista também chama atenção para os riscos de soluções rápidas e protocolos sem base científica, muitas vezes divulgados por influenciadores sem formação médica. “Promessas de emagrecimento milagroso e visões puramente comerciais do tratamento desconsideram a complexidade da obesidade, que é uma doença crônica multifatorial, e geram ciclos de frustração que podem agravar essa condição de saúde”, finaliza.

Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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