Gerenciamento do envelhecimento: mulheres redefinem cuidado e tempo
Como figuras públicas e especialistas mostram uma nova abordagem consciente ao envelhecer
Nos últimos anos, o envelhecimento deixou de ser visto apenas como um processo natural para se tornar uma escolha consciente entre as mulheres. O termo “gerenciamento do envelhecimento” ganhou destaque ao refletir uma mudança no comportamento feminino, que agora opta por acompanhar o tempo de forma estratégica e alinhada ao próprio estilo de vida.
Celebridades como Xuxa, aos 61 anos, têm sido referências nesse movimento. A apresentadora fala abertamente sobre as transformações do corpo e da imagem, afirmando: “Eu não tenho mais 20 anos e não quero ter. Quero estar bem com a idade que eu tenho”. Essa declaração traduz a ideia de que envelhecer não é algo a ser combatido, mas sim conduzido com consciência e cuidado.
Glória Pires, também aos 61 anos, compartilha uma visão semelhante. Conhecida por sua elegância discreta, ela reforça que “a gente vai mudando, e isso faz parte. O importante é se reconhecer bem em cada fase”. Para ela, o envelhecimento representa uma evolução contínua, sem rupturas, valorizando a naturalidade do processo.
A médica Nívea Bordin Chacur, CEO do Grupo Leger, explica que o gerenciamento do envelhecimento não se trata de um procedimento isolado, mas de um cuidado global e contínuo com o corpo ao longo do tempo. Segundo ela, mulheres como Xuxa e Glória Pires demonstram que respeitar as fases da vida e fazer escolhas conscientes muda a forma como o envelhecimento se manifesta.
Outras figuras públicas também dialogam com essa nova mentalidade. Angélica, aos 50 anos, destaca o equilíbrio entre cuidado e bem-estar: “Eu me cuido para me sentir bem, não para parecer outra pessoa”. Já Juliana Paes, aos 45, reconhece as pressões sociais, mas ressalta a importância de “encontrar um equilíbrio para não se perder nisso”. Ambas reforçam que envelhecer é uma decisão ativa, não uma reação.
O médico Roberto Chacur, conhecido como “mago da celulite”, observa que esse comportamento já é comum entre mulheres mais jovens, que buscam resultados naturais e preservação da qualidade da pele. Ele destaca o papel dos bioestimuladores de colágeno, que “estimulam o próprio corpo de forma progressiva, sem mudanças bruscas”, acompanhando o tempo e alinhados a essa nova mentalidade de cuidado contínuo.
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Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



