Mitos e verdades sobre o sono e seu impacto no bem-estar feminino

Entenda como o descanso influencia a saúde física, mental e emocional

Dormir bem vai muito além de simplesmente descansar o corpo; é um pilar essencial para o bem-estar físico, mental e emocional. Durante o sono, o organismo regula funções fundamentais que influenciam o humor, o metabolismo, a imunidade e até a forma como tomamos decisões no dia a dia, explica o médico Nataniel Viuniski, membro do Conselho para Assuntos de Nutrição da Herbalife.

Apesar disso, muitas pessoas ainda acreditam em mitos sobre o sono que podem comprometer sua saúde. Um deles é a ideia de que é possível compensar o sono perdido durante a semana dormindo mais no fim de semana. Isso é mito. Estudos indicam que a chamada “dívida de sono” não é facilmente revertida. Embora dormir mais no fim de semana possa reduzir a sensação imediata de cansaço, não elimina os impactos metabólicos, cognitivos e hormonais acumulados, que podem persistir mesmo com recuperação parcial do sono.

Outro mito comum é que quanto mais horas dormirmos, melhor será o descanso. Na verdade, a qualidade do sono é mais importante que a quantidade. Dormir muitas horas não garante um sono restaurador se houver fragmentação, despertares frequentes ou pouco tempo nas fases profundas do sono. Revisões científicas indicam que tanto a privação quanto o excesso de sono estão associados a pior percepção de saúde e bem-estar. O ideal é manter um equilíbrio, com cerca de 7 a 8 horas de sono por noite.

A falta de sono afeta vários sistemas do corpo, impactando diretamente o ganho de peso e a imunidade. A restrição do sono altera a produção de hormônios ligados à saciedade, como cortisol, leptina e grelina, dificultando o controle do apetite e aumentando a vontade de consumir açúcares. Isso eleva as chances de desequilíbrios metabólicos e prejudica as defesas do organismo, já que a falta de sono está associada ao aumento de processos inflamatórios, conforme estudos publicados na Sleep Medicine e Research, Society and Development.

A insônia deve ser encarada como um problema de saúde sério. Dados da Organização Mundial da Saúde indicam que distúrbios do sono comprometem o bem-estar mental, físico e funcional, afetando produtividade e humor. A insônia crônica, caracterizada por sintomas frequentes por pelo menos três meses, está associada a maior risco de doenças cardiovasculares, segundo meta-análise publicada no European Journal of Preventive Cardiology.

Além disso, hábitos de vida saudáveis interferem diretamente na qualidade do sono. A prática regular de exercícios físicos, alimentação equilibrada e rotinas regulares contribuem para um descanso melhor e maior sensação de bem-estar. Por outro lado, sedentarismo, consumo frequente de fast food e uso excessivo de telas prejudicam a saúde do sono. O médico Nataniel Viuniski alerta que o horário e a intensidade do exercício também são importantes, pois treinar à noite pode ter efeito contrário para algumas pessoas. Ele também destaca que o excesso de cafeína, o consumo de álcool e refeições pesadas à noite dificultam o sono restaurador.

Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa da Herbalife, empresa líder em saúde e bem-estar, que oferece produtos e orientações para um estilo de vida saudável.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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