Doença renal afeta 1 em 10 pessoas; saiba identificar os sinais de alerta
Exames simples e hábitos saudáveis são essenciais para proteger a saúde dos rins
No Dia Mundial do Rim, celebrado em 12 de março, especialistas chamam a atenção para a Doença Renal Crônica (DRC), condição que afeta cerca de 1 em cada 10 pessoas no mundo. Essa doença silenciosa costuma evoluir sem apresentar sintomas nas fases iniciais, o que dificulta o diagnóstico precoce. Por isso, exames simples e acessíveis, como a análise de urina e a dosagem de creatinina no sangue, são essenciais para identificar alterações renais e iniciar o tratamento antes que complicações graves ocorram.
De acordo com a Dra. Maristela Carvalho da Costa, responsável pelo setor de Nefrologia do Hospital Santa Catarina – Paulista, “muitos pacientes só descobrem a doença quando a função renal já está bastante comprometida”. Ela reforça que a inclusão desses exames nos check-ups de rotina, especialmente para pessoas com fatores de risco, pode mudar esse cenário.
Alguns sinais de alerta podem indicar problemas nos rins e merecem atenção médica imediata. São eles: inchaço nas pernas, tornozelos, pés ou ao redor dos olhos causado pela retenção de líquidos; alterações na urina, como espuma excessiva, mudança de cor, presença de sangue ou diminuição do volume urinário; cansaço excessivo e fraqueza mesmo sem esforço físico intenso; pressão arterial difícil de controlar, mesmo com medicação; e falta de apetite, náuseas ou vômitos frequentes. A especialista destaca, porém, que a ausência desses sintomas não garante rins saudáveis, reforçando a importância da investigação médica.
Além do diagnóstico precoce, a adoção de hábitos de vida saudáveis é fundamental para proteger a função renal. Alimentação equilibrada, prática regular de atividade física, hidratação adequada e controle do peso são fatores de proteção. Por outro lado, o tabagismo é um fator de risco relevante, associado ao aumento da incidência e progressão das doenças renais.
Embora o diabetes e a hipertensão arterial sejam as principais causas da Doença Renal Crônica, outras condições, como as doenças glomerulares, também merecem atenção, especialmente em adultos jovens, pois podem evoluir rapidamente se não forem tratadas.
A Dra. Maristela reforça que pessoas com diabetes, hipertensão, histórico familiar de doença renal, obesidade, fumantes ou jovens com alterações urinárias devem manter acompanhamento médico regular e realizar exames periódicos.
Para pacientes com DRC em estágio avançado, a hemodiálise é um tratamento fundamental, substituindo a função dos rins ao filtrar o sangue. O Centro Integrado de Nefrologia, Diálise e Transplante Renal do Hospital Santa Catarina – Paulista oferece estrutura diferenciada e atendimento humanizado, com 16 boxes individualizados e equipe especializada.
Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



