Transtorno bipolar: sintomas, diagnóstico e tratamento eficazes

Entenda como identificar sinais e buscar ajuda para controlar a bipolaridade

O transtorno bipolar é uma condição que provoca variações intensas de humor, afetando cerca de 140 milhões de pessoas no mundo, segundo a Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Transtornos Afetivos (ABRATA). Para marcar o Dia Mundial do Transtorno Bipolar, em 30 de março, especialistas reforçam a importância de reconhecer os sintomas e buscar tratamento adequado para garantir uma vida mais equilibrada.

A psiquiatra Nívea Schweiger, professora da Afya Educação Médica Curitiba, explica que o transtorno bipolar se manifesta por fases alternadas de depressão e mania. “A pessoa em um estado de mania pode ficar muito eufórica, expansiva ou irritável, com aumento de energia. Outros sintomas são o aumento da autoestima, sensação de dormir pouco e já se sentir descansada, mente acelerada, inquietação e falta de atenção”, detalha. Comportamentos como gastos excessivos, envolvimento em situações sexuais de risco e brigas também podem ocorrer, desde que estejam claramente fora do padrão habitual da pessoa.

O diagnóstico do transtorno bipolar exige a presença de pelo menos um episódio de mania ou hipomania, este último mais leve e de menor duração. Nívea destaca que “é comum que os pacientes tenham mais episódios depressivos, o que pode levar a um diagnóstico inicial de depressão, que só é corrigido para bipolaridade após a ocorrência de mania ou hipomania”. Por isso, o papel do médico é fundamental para evitar erros no diagnóstico.

Quanto ao tratamento, a psiquiatra enfatiza que ele é contínuo e medicamentoso. “O remédio reduz a chance de crises e preserva o paciente, mesmo com alguns efeitos colaterais. Inicialmente, o quadro é estabilizado com medicações, para depois ajustar doses menores na manutenção. Tomar a medicação regularmente é essencial e precisa ser trabalhado com o paciente e seus familiares”, afirma.

Entre os medicamentos utilizados estão o lítio, ácido valpróico, quetiapina, risperidona e lamotrigina. Estes fármacos ajudam a diminuir as crises tanto depressivas quanto maníacas, protegendo o cérebro de danos a longo prazo. Nívea reforça que “não há cura, apenas controle”, e que terapias complementares podem ajudar, mas não substituem os medicamentos.

Além do tratamento medicamentoso, hábitos como manter horários regulares de sono, praticar atividades físicas, ter uma alimentação equilibrada, evitar álcool e drogas, cultivar relações sociais e espiritualidade também contribuem para o controle do transtorno.

Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa da Afya Educação Médica Curitiba, instituição referência em educação médica no Brasil. A conscientização sobre o transtorno bipolar é fundamental para o diagnóstico precoce e o acesso ao tratamento, promovendo melhor qualidade de vida para quem convive com essa condição.

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EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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