Seis livros para celebrar o Dia Internacional do Livro Infantil com as crianças
Obras selecionadas por Paula Furtado para estimular a imaginação e o desenvolvimento infantil
No dia 2 de abril é celebrado o Dia Internacional do Livro Infantil, uma data que homenageia o escritor dinamarquês Hans Christian Andersen, autor de clássicos como A Pequena Sereia e O Patinho Feio. Essa ocasião destaca a importância da formação do leitor desde a infância, valorizando o papel da leitura no desenvolvimento emocional e cognitivo das crianças.
A psicopedagoga e escritora Paula Furtado, autora de mais de cem livros infantojuvenis, enfatiza que “o hábito de ler começa muito antes da alfabetização formal, e um bom livro não apenas ensina, ele provoca curiosidade, emoção e reflexão”. Para ela, a data é um convite para que famílias, escolas e a sociedade reconheçam a leitura como um direito emocional, cultural e cognitivo das crianças.
Paula Furtado indica seis obras especiais para que pais e educadores possam praticar a leitura com as crianças nesse dia tão significativo:
– Coleção Bem-me-Quer: histórias que acolhem emoções e favorecem o autoconhecimento de forma lúdica e terapêutica.
– Coleção Conta Comigo: narrativas que fortalecem vínculos, segurança emocional e a construção da autoestima infantil.
– A Árvore Generosa, de Shel Silverstein: uma metáfora delicada sobre amor, entrega e as transformações das relações ao longo da vida.
– O Vazio, de Anna Llenas: aborda perdas e reconstrução emocional, ajudando a criança a compreender sentimentos difíceis.
– As Nuvens de Cora, de Corina Campos e Manoel Filho: obra poética e afetiva que valoriza a imaginação, sensibilidade e encantamento com o mundo.
– Novas Histórias Antigas, de Rosane Pamplona e Dino Bernardi: resgata o simbólico dos contos tradicionais, fortalecendo a conexão da criança com narrativas que atravessam gerações.
Além do Dia Internacional do Livro Infantil, abril também celebra o Dia Nacional do Livro Infantil (18) e o Dia Mundial do Livro (23). Essas datas reforçam a importância de criar experiências significativas com os livros para as crianças.
Paula destaca ainda que “editoras, bibliotecas e órgãos governamentais podem promover encontros com autores, realizar contação de histórias, organizar feiras literárias, desenvolver projetos voltados ao hábito de ler e ampliar o acesso aos livros”. Ela ressalta a necessidade de investir em políticas públicas que garantam bibliotecas vivas e a formação de mediadores de leitura.
Com vasta experiência na área, Paula Furtado é pedagoga com especializações em Psicopedagogia, Neuropsicopedagogia, Educação Especial, Arte de Contar Histórias e Arteterapia. Atua há 28 anos com livros infantojuvenis, contação de histórias, cursos para educadores e palestras para pais, sempre destacando o valor da leitura para o desenvolvimento infantil.
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Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



