Cresce número de doenças respiratórias e pneumonia em crianças no Brasil
Especialistas explicam sintomas, prevenção e quando buscar atendimento médico
Nos últimos dias, órgãos de vigilância sanitária e serviços de saúde têm emitido alertas sobre o aumento dos casos de doenças respiratórias em diversas regiões do Brasil, com destaque para as crianças. Especialistas apontam que esse crescimento está ligado a fatores climáticos e comportamentais típicos desta época do ano, como explica a médica Mayra Kron Zapani, coordenadora de pediatria da Paraná Clínicas.
Segundo a especialista, a queda da temperatura facilita a disseminação dos vírus que provocam infecções respiratórias. “As pessoas ficam em ambientes mais fechados e menos ventilados”, o que contribui para a maior circulação de vírus como influenza, SARS-CoV-2 e o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), responsáveis por muitos dos atendimentos médicos recentes.
Os sintomas mais comuns dessas infecções incluem febre, nariz entupido, coriza, dor de garganta, além de dores no corpo, dor de cabeça e até diarreia em alguns casos. Embora a maioria dos quadros seja leve, a médica alerta que podem evoluir para condições mais graves, como bronquiolite ou pneumonia, especialmente em crianças pequenas.
A orientação para os responsáveis é acompanhar a evolução dos sintomas. “Num quadro leve, a gente espera que a criança tenha febre por até três dias. O nariz escorrendo e a tosse podem durar mais tempo, sendo que a tosse costuma piorar entre o terceiro e o quarto dia”, detalha Mayra. É fundamental procurar atendimento médico se a febre persistir por mais de três dias, a tosse durar entre sete e dez dias e piorar, ou se houver sinais de desconforto respiratório, irritabilidade, sonolência excessiva ou falta de apetite.
Para prevenir essas doenças, a especialista recomenda medidas simples, como manter os ambientes ventilados, higienizar as mãos com frequência, cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar e evitar contato com pessoas doentes. A vacinação contra a gripe é outro ponto essencial, já que o vírus influenza circula desde o início do ano. “Tem vacina disponível no SUS e nas clínicas particulares, sendo uma das formas mais eficazes de prevenir complicações respiratórias”, reforça Mayra.
A Paraná Clínicas, referência em saúde no Paraná, destaca seu compromisso com a prevenção e o cuidado especializado, oferecendo uma rede assistencial própria e programas de saúde preventiva que atendem quase 100 mil beneficiários.
Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



