Pão francês evolui com tecnologia e hábitos gastronômicos no Brasil
Pesquisa exclusiva da MBRF mostra como o pão francês se mantém essencial na rotina alimentar
O pão francês, tradicional na mesa dos brasileiros, está se adaptando às novas tecnologias culinárias e aos hábitos de consumo contemporâneos, segundo pesquisa exclusiva da MBRF. O estudo, realizado entre janeiro de 2025 e março de 2026, analisou mais de 12 mil menções ao alimento em plataformas como X, Facebook, Instagram e portais de notícias, revelando sua importância contínua na alimentação diária do país.
Um dos principais destaques da pesquisa é a influência de eletrodomésticos modernos, como a Air Fryer, na forma de consumir o pão francês. Essa tecnologia permite que as pessoas recuperem a crocância do pão rapidamente, em casa, a qualquer hora do dia, sem precisar ir à padaria. Essa conveniência, aliada ao crescimento do mercado de pães congelados, oferece maior autonomia ao consumidor, reforçando o papel do pão francês como uma solução prática e afetiva na rotina.
Além disso, a pesquisa aponta uma crescente preocupação dos consumidores com a composição nutricional do pão francês. Termos como “calorias”, “tabela nutricional”, “sem glúten”, “receita” e “caseiro” aparecem frequentemente em discussões sobre dietas, equilíbrio alimentar e substituições da versão tradicional. Isso indica um interesse maior no preparo doméstico e na qualidade dos ingredientes.
O pão francês também mantém seu papel simbólico no café da manhã brasileiro, sendo parte do ritual matinal por sua praticidade, familiaridade e por ser uma fonte rápida de energia para começar o dia. A versatilidade do alimento é outro ponto ressaltado: ele serve como base para diferentes combinações, com recheios que vão desde proteínas animais, preferidas em 42% das citações, até frios, laticínios, margarina, manteiga, requeijão e até cremes de avelã, associados a momentos de indulgência.
A diversidade cultural também se reflete na nomenclatura do pão francês, que varia conforme a região do Brasil. No Sudeste, é conhecido como “pão francês”, enquanto em Minas Gerais e Bahia é chamado de “pão de sal”. No Rio Grande do Sul, o nome é “cacetinho”, no Ceará “carioquinha”, em Santa Catarina “pão de trigo” e no Pará e Maranhão “pão careca”.
Marina Secaf, gerente executiva de marketing de Spreads na MBRF, comenta que “o pão francês segue como um pilar essencial da alimentação brasileira e uma dupla inseparável das nossas margarinas. Ele une o país em um ritual matinal compartilhado, ao mesmo tempo em que celebra as particularidades e preferências de cada região, mostrando ser um alimento que se mantém tradicional em sua essência, mas que está sempre aberto a novas interpretações.”
Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa da MBRF.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



