Crianças com câncer no SUS passam a integrar programa global do MSK

Parceria inédita na América Latina conecta São Paulo ao principal centro oncológico mundial

Crianças e adolescentes com câncer atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em São Paulo passam a integrar um programa global do Memorial Sloan Kettering Cancer Center (MSK), considerado o principal centro oncológico do mundo. A parceria entre o Santa Marcelina Saúde e a TUCCA foi a primeira da América Latina selecionada para o SNF Global Pediatric Cancer Program, possibilitando que casos complexos sejam discutidos com especialistas de Nova York e que pacientes do SUS tenham acesso a exames moleculares avançados ainda indisponíveis no Brasil.

O serviço de oncologia pediátrica do Santa Marcelina Saúde, em parceria com a TUCCA, trata mais de 400 crianças e adolescentes anualmente, oferecendo atendimento gratuito pelo SUS complementado por recursos próprios da TUCCA. Desde 2001, a instituição atua na Zona Leste de São Paulo, garantindo cuidado integral a pacientes de diversas regiões do estado e da América Latina.

Segundo a irmã Rosane Ghedin, presidente do Santa Marcelina Saúde, “essa colaboração reafirma a missão do Santa Marcelina Saúde de oferecer medicina de alta complexidade com equidade dentro do Sistema Único de Saúde (SUS). Ser reconhecido por um centro como o MSK mostra que é possível entregar excelência internacional enquanto cuidamos, todos os dias, de quem mais precisa”.

A integração ao programa posiciona São Paulo como um centro regional de apoio em oncologia pediátrica, com potencial para colaborar com outros serviços na América Latina, especialmente vinculados a sistemas públicos de saúde. O oncologista pediátrico Sidnei Epelman destaca que “São Paulo se torna, oficialmente, referência continental em oncologia pediátrica”.

A colaboração traz impacto clínico direto, permitindo que o centro brasileiro submeta casos para revisão formal por especialistas do MSK. Em situações complexas, como tumores raros ou recidivas, “discutir o caso com especialistas do MSK pode mudar completamente a estratégia terapêutica”, explica Epelman. Além disso, o acesso a exames avançados de diagnóstico molecular, como MSK-IMPACT e sequenciamento de genoma completo, abre possibilidades terapêuticas antes impossíveis.

O programa também inclui educação médica continuada, com acesso remoto a palestras e participação em reuniões conjuntas, além da possibilidade de observerships em Nova York. “A formação não é um benefício, é a garantia de que o padrão MSK chegue ao nosso paciente”, afirma Epelman.

Essa iniciativa, elaborada com dados da assessoria de imprensa, representa um avanço importante no tratamento do câncer infantil no Brasil, ampliando o acesso a tecnologias e conhecimento internacional para pacientes do SUS.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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