Mulheres lideram interesse por lutas esportivas em 2026, diz pesquisa

Defesa pessoal e saúde mental motivam 62% das brasileiras a praticar esportes de combate

O interesse das mulheres brasileiras por lutas esportivas tem crescido significativamente, com 62% delas manifestando o desejo de iniciar, continuar ou retomar a prática em 2026. Esses dados são da pesquisa realizada pela Maximum Boxing, referência em equipamentos para esportes de combate. O estudo mostra que, enquanto os homens priorizam o condicionamento físico, as mulheres buscam nas lutas uma forma de defesa pessoal e melhora do bem-estar mental.

Segundo o levantamento, 57,9% das mulheres querem aprender a se proteger em situações de risco, e 52,3% desejam reduzir o estresse e melhorar a saúde mental. “Os estímulos mudam bastante entre homens e mulheres: muitos deles se aproximam das modalidades pela busca de desempenho físico, enquanto boa parte delas procuram segurança e qualidade de vida”, explica William Ferraz, coordenador de marketing da Maximum Boxing. Ele destaca que o público feminino vê nos esportes de combate um caminho para fortalecer a autoconfiança e o equilíbrio emocional.

O estudo também revela que mais da metade das mulheres acredita que a prática das lutas as faria sentir mais autônomas para caminhar sozinhas em espaços públicos (54,3%), além de proporcionar maior firmeza para impor limites em conflitos (47,7%) e segurança ao usar transporte público (42,8%). Essas motivações refletem a busca por segurança diante do aumento da violência contra a mulher.

Entre as modalidades preferidas, o Muay Thai lidera com 42,2% da preferência feminina, seguido por Jiu-jitsu (32%) e Boxe (26%). O Muay Thai é destacado por combinar técnica, força e ritmo intenso, além de trabalhar o corpo inteiro e exigir gestão emocional, o que contribui para o desenvolvimento da autoconfiança. “Aprender técnicas de combate, enfrentar rotinas intensas e se mover com segurança certamente muda a percepção que você tem sobre si mesma”, complementa Ferraz.

Apesar do interesse, a falta de tempo é a principal barreira para a prática, citada por 47% das mulheres. Outros obstáculos incluem medo de lesões, custo das aulas e equipamentos, falta de preparo físico, ausência de companhia e dificuldade de deslocamento. Ainda assim, quase 40% das mulheres estão dispostas a investir até R$200 por mês em aulas, indicando uma disposição crescente para aderir aos esportes de combate.

A pesquisa ouviu 500 brasileiros de todas as regiões, com margem de erro de 3,3 pontos percentuais e índice de confiabilidade de 95%. Os dados foram fornecidos pela assessoria de imprensa da Maximum Boxing, que incentiva a prática de esportes de luta com produtos de alta qualidade e durabilidade.

Para mais informações, acesse o estudo completo no site da Maximum Boxing.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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