Cia Fundo Falso apresenta “Trapaça Honesta” no Festival de Curitiba 2026

Espetáculo de mágica contemporânea explora confiança e percepção no São Paulo Showcase

A Cia Fundo Falso leva ao Festival de Curitiba seu espetáculo de mágica “Trapaça Honesta” por meio do São Paulo Showcase, uma iniciativa do Governo do Estado de São Paulo que reúne produções paulistas na mostra Fringe. A ação, viabilizada pela Lei Federal Aldir Blanc e gerida pela Associação Paulista dos Amigos da Arte (APAA), tem como objetivo fortalecer a circulação da mágica contemporânea no circuito nacional.

“Trapaça Honesta” traz uma dramaturgia que tensiona ficção e realidade, discutindo temas como confiança, manipulação e percepção. A montagem já foi apresentada em unidades do Sesc e no Cultura Artística, e segue em circulação. Segundo a Cia, “após apresentar o espetáculo no Fringe de Edimburgo, o mais tradicional do mundo, trazer Trapaça Honesta ao Festival de Curitiba é um privilégio. Poder compartilhar essa experiência internacional em português, com o público brasileiro, tem um significado muito especial para nós.”

O espetáculo utiliza a mágica e o mentalismo para revelar como mecanismos de atenção, escolhas aparentemente livres e acordos implícitos estruturam tanto golpes cotidianos quanto ilusões teatrais. Em cena, o público participa de jogos e situações criados em um ambiente seguro e ficcional, onde a lógica do estelionato se transforma em linguagem cênica — sem vítimas e sem prejuízo.

Em 2024, “Trapaça Honesta” foi apresentado no Fringe Festival de Edimburgo sob o título “Honest Fraud”, com sessões diárias no Underbelly. Essa experiência ampliou o alcance da pesquisa da companhia, colocando a mágica contemporânea em diálogo com diferentes públicos.

A Cia Fundo Falso é formada por Ricardo Malerbi, referência na mágica brasileira, formado pela Academia Brasileira de Artes Mágicas e graduado em Comunicação e Artes do Corpo pela PUC-SP, e Rudi Solon, mágico, ator e pesquisador, mestre pela ECA-USP, com estudos dedicados à ilusão como fenômeno comunicativo.

A mágica, segundo a sinopse do espetáculo, é um tipo particular de jogo: “o único tipo no qual todos os participantes esperam ser enganados e sabem que disso depende sua diversão e prazer.” O acordo explícito do espetáculo é que, ao ser desafiado e iludido, o público sairá “mais alegre e vibrante do que entrou.”

Ficha técnica inclui concepção, direção e dramaturgia de Ricardo Malerbi e Rudi Solon, trilha sonora de Samuel Gambini, desenho de luz de Fernando Azambuja, e consultoria mágica de Juan Araújo, Celio Amino e Gui Del Frate, entre outros profissionais.

O espetáculo será apresentado no dia 10 de abril de 2026, sexta-feira, às 20h, nas Ruínas de São Francisco, em Curitiba. A entrada é gratuita, a duração é de 60 minutos e a classificação indicativa é livre.

Conteúdo elaborado com dados da assessoria de imprensa.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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