Câncer de mama: sintomas além do nódulo que toda mulher deve conhecer
Amanda Peet e Bruna Furlan compartilham experiências e alertam sobre sinais pouco conhecidos
O câncer de mama é o tipo mais frequente e a principal causa de morte por câncer entre mulheres no Brasil, conforme dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA). Apesar da gravidade, uma pesquisa recente do Instituto Natura, em parceria com a Avon, revela que 37% das brasileiras associam o câncer de mama apenas à presença de nódulos, desconhecendo outros sintomas importantes.
A atriz Amanda Peet e a influenciadora Bruna Furlan compartilharam suas jornadas de diagnóstico e tratamento, contribuindo para a conscientização sobre a doença. Segundo a mastologista Juliana Francisco, consultora médica do Instituto Natura, além do nódulo, sinais como vermelhidão, inchaço, aspecto de casca de laranja na pele, retração, inversão ou saída de secreção no mamilo também podem indicar câncer de mama. “É essencial conhecer o próprio corpo e ficar atenta a mudanças nas mamas para identificar esses possíveis sintomas”, destaca a médica.
O rastreamento precoce é fundamental para aumentar as chances de um bom prognóstico. A Sociedade Brasileira de Mastologia e o Ministério da Saúde recomendam que mulheres com risco habitual realizem mamografia anual a partir dos 40 anos. Para aquelas com histórico familiar em parente de primeiro grau, o rastreamento deve começar cerca de dez anos antes da idade do diagnóstico do familiar, respeitando a idade mínima de 30 anos. Em caso de sintomas, os exames devem ser feitos imediatamente, respeitando o prazo legal de até 30 dias para mamografia ou biópsia.
O Índice de Conscientização sobre o Câncer de Mama também aponta que 17% das mulheres confundem o autoexame com uma forma de reduzir o risco da doença. A mastologista Juliana Francisco esclarece que o autoexame é uma estratégia de detecção precoce, enquanto a redução do risco envolve hábitos de vida saudáveis, como manter-se ativa, praticar exercícios, alimentar-se bem, evitar álcool e, quando possível, amamentar.
Mariana Lorencinho, líder de Políticas Públicas de Saúde das Mulheres no Instituto Natura, reforça que “a conscientização a partir de informações de qualidade é fundamental para que as mulheres tenham instrumentos para lutar por seus direitos, garantir acesso a exames e adotarem hábitos que reduzem o risco do câncer”.
Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa do Instituto Natura e Avon, reforçando a importância da informação correta para a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de mama.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



