Violência digital atinge 9 milhões de brasileiras e desafia empresas
Cibersegurança se torna prioridade para proteger mulheres em cargos de liderança
No Mês da Mulher, um dado alarmante destaca a violência digital como um grave problema social e corporativo: quase 9 milhões de brasileiras foram vítimas em 2025, o que representa uma em cada dez mulheres com 16 anos ou mais. Esse cenário inclui ameaças, assédio, invasão de contas, vazamento de dados e manipulação de imagens, segundo levantamento recente.
Dados da ONU indicam que aproximadamente 38% das mulheres já sofreram hostilidade online ao longo da vida, mostrando que o ambiente digital reflete e amplifica desigualdades estruturais. Para especialistas da OSTEC, empresa referência em cibersegurança, a violência digital deixou de ser apenas um problema social para se tornar um risco econômico e corporativo.
“Os ataques contra mulheres evoluíram tecnicamente e hoje envolvem engenharia social direcionada, campanhas coordenadas de difamação e exploração estratégica de informações pessoais disponíveis nas redes”, explica Jardel Torres, sócio e diretor comercial da OSTEC. Ele ressalta que, quando a vítima ocupa posição de liderança, o ataque ultrapassa o âmbito individual e atinge a empresa.
Muitas dessas ocorrências começam em redes sociais pessoais e evoluem para tentativas de invasão de e-mails corporativos, sequestro de perfis profissionais e fraudes financeiras. Executivas, empreendedoras e porta-vozes de marcas são os principais alvos, principalmente quando mantêm presença ativa online. Fabio Brodbeck, Chief Growth Officer da OSTEC, alerta que “uma simples informação pública pode ser suficiente para estruturar um golpe convincente”.
Além dos prejuízos financeiros, a violência digital afeta a reputação e a saúde mental das vítimas, podendo levar ao afastamento dos espaços digitais e reduzir a participação feminina em ambientes públicos e corporativos.
Diante desse cenário, a segurança digital entra na pauta de governança das empresas. Jardel Torres destaca que “não existe transformação digital segura se ignorarmos o fator humano. Proteger mulheres no ambiente digital é também proteger ativos estratégicos das empresas”. Ele reforça a necessidade de integrar segurança da informação com diversidade, cultura organizacional e liderança.
Thaís Carolina Souza, da equipe de Marketing da OSTEC, enfatiza a importância da conscientização e mudança de comportamento digital para prevenção. “É fundamental revisar configurações de privacidade, ativar autenticação em dois fatores e desconfiar de contatos que criem senso de urgência. Segurança não pode ser reativa, precisa ser preventiva, principalmente para mulheres em posições estratégicas”.
Com a digitalização acelerada das relações pessoais e profissionais, a tendência é que os casos de violência online aumentem. Fabio Brodbeck alerta que “a violência digital não é sazonal. Ela acompanha o crescimento da presença feminina em cargos de liderança e em espaços de influência”. Para ampliar a participação das mulheres, as empresas devem garantir ambientes digitais seguros por meio de investimentos contínuos em prevenção e resposta.
Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



