Sintomas do infarto em mulheres: o que diferencia dos homens

Entenda os sinais atípicos do infarto feminino e a importância da prevenção cardiovascular

As doenças cardiovasculares são a principal causa de morte entre mulheres no Brasil, mas ainda são pouco reconhecidas e tratadas adequadamente. Um ponto importante é que os sintomas do Infarto Agudo do Miocárdio (IAM) podem se manifestar de forma diferente entre homens e mulheres, informação ainda desconhecida por mais da metade da população brasileira, conforme pesquisa realizada pela farmacêutica Novartis em parceria com o Instituto IPSOS-IPEC.

Enquanto os homens costumam apresentar a clássica dor no peito, as mulheres frequentemente relatam sintomas atípicos, como cansaço extremo, náusea, dor nas costas e no pescoço, além de falta de ar. A Dra. Maria Cristina de Oliveira Izar, professora da UNIFESP e membro da International Atherosclerosis Society, alerta que “esses sinais nas mulheres muitas vezes são associados a fatores como estresse ou ansiedade, o que contribui para atrasos no diagnóstico e no início do tratamento adequado”.

Esse desconhecimento pode levar a falhas no cuidado, com casos chegando ao hospital em estágios avançados ou sendo interpretados erroneamente. Por isso, a Sociedade Brasileira de Cardiologia destaca a necessidade de adaptar os protocolos de atendimento à realidade feminina, pois ferramentas baseadas em padrões masculinos podem resultar em subnotificação de riscos e tratamentos inadequados para mulheres.

Além do reconhecimento dos sintomas, a prevenção é fundamental para a saúde cardiovascular. Controlar a pressão arterial, diabetes, sedentarismo, tabagismo e obesidade são medidas essenciais. Um fator de risco importante é o colesterol LDL, conhecido como colesterol “ruim”, que se acumula silenciosamente nas artérias e pode levar à aterosclerose, condição que evolui sem sintomas até causar infarto ou AVC.

A cardiologista explica que “quando essas placas de gordura se rompem, formam-se coágulos que bloqueiam o fluxo sanguíneo, resultando em infarto agudo do miocárdio ou AVC”. Para pessoas com alto risco cardiovascular, a recomendação é manter os níveis de LDL abaixo de 50 mg/dL, tanto em homens quanto em mulheres. Para isso, além de alimentação equilibrada e exercícios regulares, o uso de medicamentos para controle do colesterol é considerado indispensável.

Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa, reforçando a importância de ampliar o conhecimento sobre os sintomas do infarto em mulheres e a necessidade de políticas públicas e capacitação profissional para melhorar o diagnóstico e tratamento. Reconhecer as diferenças e investir na prevenção são passos essenciais para reduzir o impacto das doenças cardiovasculares no público feminino.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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