Neuralgia do trigêmeo: diagnóstico de Lívia Andrade destaca dor facial intensa

Especialista explica sintomas, causas e tratamentos da neuralgia do trigêmeo, condição neurológica pouco conhecida

A apresentadora Lívia Andrade chamou atenção recentemente ao revelar seu diagnóstico de neuralgia do trigêmeo, uma condição neurológica que provoca dores faciais extremamente intensas. Em suas redes sociais, ela descreveu a experiência como “a pior dor da vida”, inicialmente confundida com um problema odontológico.

Segundo Lívia, os primeiros sintomas pareciam relacionados aos dentes, mas exames descartaram cáries. A dor evoluiu rapidamente, atingindo áreas como olhos, mandíbula, ouvido e língua, causando crises até durante o trabalho. A apresentadora relatou: “Aí eu vou aguentando uma dorzinha… Está até preto [ao redor dos olhos] porque eu chorei, tudo borrado. Até babei também porque, meu, olha… que situação”.

A neuralgia do trigêmeo é uma condição caracterizada por dor facial intensa, considerada uma das mais fortes que uma pessoa pode sentir. O reumatologista Dr. Sergio Bontempi Lanzotti explica que o problema ocorre quando há irritação ou compressão do nervo trigêmeo, responsável pela sensibilidade da face. “O nervo trigêmeo é o quinto nervo craniano e possui três ramos principais: o oftálmico, que leva sensibilidade para a região da testa e dos olhos; o maxilar, ligado às bochechas e parte superior da boca; e o mandibular, responsável pela mandíbula e pela parte inferior do rosto”, detalha o especialista.

As crises são descritas por muitos pacientes como choques elétricos, durando de segundos a poucos minutos e geralmente afetando apenas um lado do rosto. Atividades simples do dia a dia, como falar, mastigar, escovar os dentes, tocar o rosto ou até a exposição ao vento frio, podem desencadear episódios dolorosos.

A principal causa da neuralgia do trigêmeo é a compressão do nervo por um vaso sanguíneo, responsável por até 90% dos casos. Outras causas possíveis incluem esclerose múltipla, tumores raros ou traumas faciais. O diagnóstico é realizado por especialistas após avaliação clínica e exames de imagem.

O tratamento inicial geralmente envolve medicamentos que reduzem a atividade do nervo e controlam a dor, como carbamazepina, oxcarbazepina, gabapentina e duloxetina. Quando os remédios não são eficazes, procedimentos como cirurgia de descompressão microvascular, radiofrequência do nervo trigêmeo ou radiocirurgia (Gamma Knife) podem ser indicados.

A neuralgia do trigêmeo é mais comum em pessoas acima dos 50 anos e em mulheres, embora possa surgir em pacientes mais jovens, como na faixa dos 40 anos. Segundo o Dr. Lanzotti, “com acompanhamento adequado, é possível reduzir significativamente a dor e melhorar a qualidade de vida dos pacientes”.

Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa.

Conceito visual principal (10 palavras): dor, rosto, nervo trigêmeo, médico, tratamento, anatomia, clínica, exame, mulher, saúde.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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