Medo do Alzheimer é alto, mas diagnóstico precoce é subestimado no Brasil

Pesquisa Datafolha revela lacunas no conhecimento sobre Alzheimer e destaca importância do diagnóstico correto

Um estudo recente realizado pelo Datafolha, encomendado pela Lilly, revelou que o medo da doença de Alzheimer é alto entre os brasileiros, mas a importância do diagnóstico precoce ainda é pouco valorizada. A pesquisa, feita em dezembro de 2025 com mais de dois mil entrevistados, mostrou que metade da população teme que um familiar receba o diagnóstico, mas apenas 35% consideram o Alzheimer uma prioridade quando o assunto é diagnóstico na fase inicial da doença.

Quatro em cada dez brasileiros convivem com alguém que tem Alzheimer, o que torna a questão ainda mais relevante. A doença é a segunda condição que mais gera medo em relação a familiares, ficando atrás apenas do câncer. Porém, quando o foco é a importância do diagnóstico precoce, o Alzheimer aparece em terceiro lugar, atrás do câncer e da AIDS. Isso indica uma lacuna no conhecimento sobre os benefícios da detecção antecipada e das intervenções disponíveis.

A doença de Alzheimer é uma condição neurodegenerativa que afeta funções cognitivas essenciais, como memória, linguagem e raciocínio. A prevenção e o diagnóstico no momento certo são fundamentais, já que fatores como isolamento social e estilo de vida influenciam diretamente a saúde cerebral. Conforme destaca Luiz André Magno, Diretor Médico Sênior da Lilly do Brasil, “a saúde do nosso cérebro não deve ser um tabu, nem ser ignorada, mas sim uma parte integrante do nosso cuidado geral”.

Além disso, o Relatório da Comissão Lancet reforça que intervenções não farmacológicas, como manter-se socialmente ativo, praticar exercícios físicos e ter uma alimentação saudável, são ferramentas poderosas para prevenir ou retardar a doença.

Apesar de 94% dos entrevistados afirmarem que procurariam um médico diante de sintomas como perda de memória, menos da metade já discutiu o tema com um profissional ou realizou testes cognitivos. A demora para buscar ajuda é comum, especialmente entre homens, pessoas com menor escolaridade e moradores do interior. Essa hesitação está ligada ao medo e à ansiedade causados pelo diagnóstico.

No entanto, 93% dos que convivem com a doença reconhecem que o diagnóstico ajudou no planejamento e adaptação dos cuidados. Além disso, 86% da população geral acredita que o diagnóstico precoce facilita decisões sobre tratamento e cuidados futuros.

A ciência avança com novas terapias, como o Kisunla® (donanemabe), aprovado no Brasil desde 2025, que atua removendo placas beta-amiloides no cérebro e pode desacelerar o declínio cognitivo na fase inicial da doença. Luiz André Magno ressalta que “a ciência avança com novas terapias medicamentosas que, quando aplicadas no momento certo nas fases iniciais da doença, podem oferecer melhor qualidade de vida”.

Os resultados da pesquisa são um convite para transformar o medo em conhecimento e a inação em proatividade. Campanhas de conscientização são essenciais para informar sobre os sinais da doença e desmistificar os tratamentos, promovendo uma abordagem que valorize a saúde do cérebro como parte do bem-estar geral.

Conteúdo elaborado com dados da assessoria de imprensa.

Conceito visual principal: saúde cerebral, diagnóstico precoce, cuidado, prevenção, memória, envelhecimento, tratamento, qualidade de vida, consciência, apoio.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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