Como escolher lustres e pendentes para valorizar cada ambiente da casa

Arquitetas mostram dicas para iluminar e decorar com estilo e funcionalidade

Presentes na arquitetura e no design de interiores há séculos, os lustres e pendentes continuam sendo protagonistas na decoração residencial. Essas peças não apenas iluminam, mas também criam pontos de destaque e ajudam a construir a atmosfera de cada espaço. As arquitetas Vanessa Paiva e Claudia Passarini, do escritório Paiva e Passarini Arquitetura e Design, compartilham orientações para escolher e aplicar esses elementos com personalidade e funcionalidade.

Antes mesmo da eletricidade, os lustres já existiam como estruturas suspensas que sustentavam múltiplas chamas, combinando função e estética. Hoje, eles mantêm esse papel de organizar o olhar dentro do ambiente, criar hierarquia e, muitas vezes, se tornar o ponto focal do projeto. “O lustre sempre teve um papel que vai além da iluminação. Ele organiza o olhar dentro do ambiente, cria hierarquia e, muitas vezes, se torna o ponto focal do projeto”, afirmam as profissionais.

Apesar de usados como sinônimos, lustres e pendentes possuem características distintas. O lustre é uma peça mais elaborada, com múltiplos braços ou pontos de luz, associado à imponência e presença visual. Já o pendente é mais simples, com uma ou poucas lâmpadas, e costuma aparecer em composições lineares ou repetidas. “Mas pode haver também a junção dos perfis, como o caso dos lustres pendentes”, explicam Vanessa e Claudia.

Na sala de jantar, um dos ambientes mais comuns para esses elementos, a iluminação deve valorizar não só a mesa, mas todo o entorno, ajudando a criar uma atmosfera acolhedora. A proporção e a altura do lustre ou pendente são determinantes para o resultado final. Na sala de estar, ambientes maiores permitem lustres mais vistosos e proporcionais, que combinam o clássico com o contemporâneo, sem envelhecer o décor.

Nos dormitórios, lustres e pendentes funcionam como coadjuvantes da iluminação principal, muitas vezes substituindo abajures ao lado da cama. A luz suave e o desenho interessante dos pendentes trazem conforto visual e charme ao espaço íntimo. Um exemplo é o uso de pendentes de linho ou cúpulas em linha natural, que valorizam o ambiente com delicadeza.

No hall de entrada, o lustre candelabro cria um impacto imediato e valoriza o pé-direito, reforçando a identidade do lar. Já no closet, a escolha de um candelabro de cristal acima da ilha central traz sofisticação e funcionalidade.

A dupla Paiva e Passarini destaca que, apesar dos parâmetros da arquitetura de interiores, é possível ousar. Um lustre pendente de cristal ao lado da cama, por exemplo, pode complementar a iluminação com luz suave, sem perder a relevância no projeto luminotécnico.

Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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