Wealth tech para mulheres mira R$ 10 bilhões e revoluciona gestão patrimonial

Ex-executivas da Warren, Stone e Loggi lançam Ella Wealth focada em alta renda feminina

A Ella Wealth é a nova aposta no mercado financeiro brasileiro, criada para atender mulheres de alta renda em um setor tradicionalmente dominado por homens. Fundada por três executivas reconhecidas — Ana Toledo, Kelly Gusmão e Liana Selles —, a wealth tech estreia com a ambiciosa meta de alcançar R$ 1 bilhão sob gestão já em 2026, mirando R$ 10 bilhões em até cinco anos.

Ana Toledo, CEO da Hyperion Asset e uma das 100 mulheres gestoras de fundos no Brasil, Kelly Gusmão, cofundadora da Warren Investimentos e reconhecida pela Forbes, e Liana Selles, com experiência em Stone, Falconi e Loggi e formação na Harvard Business School, lideram a Ella Wealth com foco na transformação da relação das mulheres com o dinheiro.

O lançamento da empresa ocorre em um momento de instabilidade global e juros elevados, que têm levado investidores a revisarem suas estratégias e reforçarem o planejamento patrimonial de longo prazo. Segundo dados da McKinsey (2025), as mulheres já controlam cerca de um terço dos ativos globais e podem chegar a concentrar metade da riqueza mundial nas próximas décadas.

Liana Selles destaca que “a indústria financeira foi historicamente desenhada sem ter as mulheres como público protagonista” e que a Ella Wealth nasce para colocar a mulher no centro da jornada financeira, que vai além dos investimentos. A startup inicia atendendo mulheres com patrimônio a partir de R$ 500 mil, oferecendo gestão patrimonial e consultoria financeira estratégica focada em decisões de longo prazo.

Além da gestão, a Ella Wealth aposta na educação financeira e na construção de uma comunidade para engajar mulheres que não se identificam com a linguagem tradicional do mercado financeiro. Kelly Gusmão reforça que “o mercado financeiro não foi desenhado considerando a mulher como protagonista do patrimônio” e que a iniciativa busca iniciar uma revolução cultural na forma como o dinheiro é administrado.

A empresa também planeja lançar um aplicativo até o final de 2026 para ampliar o acesso ao varejo, alcançando mulheres que estão no início da jornada de construção patrimonial ou ainda não investem. Ana Toledo ressalta que, apesar dos avanços em educação e mercado de trabalho, o controle do patrimônio ainda é uma barreira, e que “o controle do patrimônio é a terceira e talvez a mais transformadora” etapa para a independência feminina.

A Ella Wealth não exclui clientes homens, defendendo que a redução do desequilíbrio de gênero no setor financeiro depende de alianças e mudanças graduais na estrutura da indústria. Com metas bilionárias e nomes de peso à frente, a wealth tech aposta que a próxima fase do mercado financeiro brasileiro será definida por quem ocupa o centro das decisões patrimoniais.

Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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