Romance distópico aborda luto, maternidade e vigilância do Estado
“Eu guardo meu exoesqueleto dentro de mim” explora amor e resistência em cenário opressor
O novo romance “Eu guardo meu exoesqueleto dentro de mim”, de Marisa Crane, chega ao Brasil pela Editora Planeta trazendo uma obra que combina distopia e sensibilidade humana. A narrativa apresenta um futuro onde a punição estatal não é mais a prisão convencional, mas a imposição de sombras extras — marcas visíveis que denunciam a culpa e expõem os indivíduos à vigilância constante, preconceito e exclusão social.
Neste cenário, acompanhamos Kris, uma mulher que enfrenta o luto pela esposa falecida enquanto vive a maternidade solo. Sua filha nasce já marcada por uma segunda sombra, o que torna a proteção materna ainda mais urgente e desafiadora. O romance transforma elementos distópicos em metáforas poderosas sobre o controle dos corpos, a punição do afeto e a resistência das comunidades queer.
Segundo a crítica da BookPage, “Alguns livros têm o poder de despertar você, sacudir tudo que é antigo e te levar para algo novo, emocionante e um pouco assustador. Este é um deles.” Essa sensibilidade se reflete na construção de uma história que não apenas denuncia a opressão, mas também revela a força da ternura e da solidariedade entre marginalizados.
A autora cria um universo onde vínculos afetivos se tornam atos de subversão, mostrando que o amor pode florescer mesmo diante da violência institucional. A obra aborda temas contemporâneos como luto, maternidade, vivências lésbicas e a vigilância do Estado, com um lirismo que emociona e provoca reflexão.
“Eu guardo meu exoesqueleto dentro de mim” foi premiado com o Prêmio Lambda na categoria Ficção Especulativa LGBTQIAP+, consolidando Marisa Crane como uma voz importante da literatura queer atual. A obra convida à reflexão sobre empatia, estigma e estruturas de poder, destacando a potência da resistência silenciosa.
Com 288 páginas, o livro traduzido por Val Ivonica está disponível por R$ 69,90. Marisa Crane, além de escritora, é conhecida por sua trajetória em diversas publicações literárias e por sua vivência pessoal, que permeia a narrativa com autenticidade.
Este lançamento é uma leitura essencial para quem busca entender as complexidades do amor, da perda e da luta por identidade em um mundo que vigia e controla corpos e afetos. O conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa da Editora Planeta.
Conceito visual principal em 10 palavras: sombras, maternidade, vigilância, luto, resistência, afeto, opressão, comunidade, distopia, amor.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



