Março Lilás reforça prevenção do câncer do colo do útero com informação e acesso

Diagnóstico precoce, vacinação e consultas regulares são essenciais para a saúde feminina

Março é o mês dedicado à campanha Março Lilás, que tem como objetivo conscientizar sobre a prevenção do câncer do colo do útero, uma das doenças que mais afetam mulheres no Brasil. A iniciativa enfatiza a importância do diagnóstico precoce, da vacinação contra o Papilomavírus Humano (HPV) e do acompanhamento ginecológico regular como as principais estratégias para reduzir a incidência e a mortalidade dessa doença.

O câncer do colo do útero é causado, na maioria dos casos, pela infecção persistente pelo HPV. Apesar de ser uma doença prevenível e com alta chance de cura quando diagnosticada em estágios iniciais, ainda apresenta números preocupantes devido à baixa adesão aos exames preventivos. Segundo a Dra. Elida da Silva Bernardo, “o câncer do colo do útero não surge do nada. Ele se desenvolve a partir de fatores evitáveis, rastreáveis e preveníveis. Quando a mulher realiza o acompanhamento ginecológico regularmente, conseguimos identificar alterações antes que evoluam para um quadro mais grave”.

Entre as principais medidas de prevenção estão a realização periódica do exame Papanicolau, a vacinação contra o HPV, o uso de preservativo nas relações sexuais e o acompanhamento ginecológico regular. A médica orienta que o exame Papanicolau deve ser iniciado a partir dos 25 anos para mulheres que já iniciaram a vida sexual, pois “antes dessa idade, o HPV costuma ser transitório e o organismo geralmente elimina o vírus espontaneamente, sem necessidade de rastreamento de rotina”. A periodicidade recomendada é um exame por ano, podendo ser estendida para três em três anos após dois exames consecutivos normais, até os 64 anos, desde que não haja histórico de lesões cervicais.

No início, o câncer do colo do útero pode não apresentar sintomas, o que torna indispensável a realização de exames de rotina. A Dra. Elida destaca sinais que merecem atenção, como sangramentos fora do período menstrual, após relações sexuais ou menopausa, dor pélvica persistente e corrimento vaginal anormal. Outros sintomas incluem dor durante a relação sexual, perda de peso sem causa aparente, cansaço excessivo e fraqueza.

Os fatores de risco para o desenvolvimento da doença incluem infecção persistente pelo HPV, início precoce da vida sexual, múltiplos parceiros, tabagismo, imunossupressão, falta de rastreamento, uso prolongado de anticoncepcionais orais e histórico de lesões precursoras. “A infecção pelo HPV é o principal fator de risco, mas existem comportamentos e condições que aumentam a vulnerabilidade. Informação e acompanhamento são as maiores ferramentas de proteção”, ressalta a especialista.

A tecnologia tem ajudado a ampliar o acesso à saúde por meio da consulta online, que permite esclarecer dúvidas, receber orientações iniciais e obter encaminhamentos para exames. A PicDoc, healthtech brasileira, oferece atendimento imediato e sem agendamento, conectando pacientes a médicos de diversas especialidades, incluindo ginecologia. Essa facilidade contribui para fortalecer a prevenção e reduzir o impacto do câncer do colo do útero.

Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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