Como conseguir visto para trabalhar no exterior: 12 dicas essenciais

Planeje sua jornada como nômade digital com orientações práticas e dados atualizados

Trabalhar remotamente enquanto vive em outro país deixou de ser exceção e se tornou realidade para milhões de profissionais. Em 2025, cerca de 40 milhões de pessoas já adotavam o estilo de vida nômade digital, segundo o Global Digital Nomad Report. Para quem deseja seguir esse caminho, o planejamento e a informação são fundamentais para garantir a aprovação do visto e evitar contratempos.

Com mais países abrindo portas para o trabalho remoto, entender os requisitos de cada localidade é o primeiro passo. Embora variem, as exigências comuns incluem comprovação de trabalho remoto para empresas ou clientes estrangeiros, renda mínima mensal comprovada, seguro de saúde internacional e certidão negativa de antecedentes criminais. A comprovação de renda é especialmente importante, pois os governos precisam assegurar que o profissional se sustentará sem depender do mercado local. Por exemplo, na Espanha, o valor exigido é de aproximadamente €2.368 mensais, enquanto em Portugal o visto D8 requer renda mínima de €3.480.

Além disso, é necessário comprovar vínculo profissional internacional, seja por contrato ou prestação de serviços, e apresentar qualificação profissional, como diploma de graduação ou experiência comprovada na área. O seguro de saúde internacional é obrigatório e rigorosamente exigido em todos os países que oferecem vistos para nômades digitais.

Os custos do processo também devem ser planejados. Na Espanha, a taxa para o primeiro pedido é de €89,96, além de despesas com tradução juramentada, apostilamento de documentos e, se necessário, assessoria jurídica. É importante reunir toda a documentação, como contratos, extratos bancários recentes, declarações de imposto de renda e comprovante de acomodação.

Os prazos de análise dos pedidos variam e podem sofrer atrasos em períodos de alta demanda. Alguns países permitem a solicitação do visto apenas a partir do país de origem, enquanto outros aceitam pedidos já em território estrangeiro. Conhecer essas regras ajuda a organizar a mudança com segurança.

Na Europa, Espanha e Portugal são destinos atrativos para brasileiros, combinando proximidade cultural, qualidade de vida e marcos regulatórios claros para residência de longo prazo e cidadania. Na Espanha, o visto Teletrabajo Internacional permite residência por até cinco anos e possibilita solicitar a cidadania após dois anos de residência legal contínua. Em Portugal, o visto D8 concede residência temporária com possibilidade de permanência definitiva após cinco anos.

Segundo Leonardo Freitas, CEO da HAYMAN-WOODWARD, “o nomadismo digital já se consolida como um componente relevante do trabalho em escala global” e oferece uma oportunidade concreta para profissionais brasileiros ampliarem sua mobilidade internacional sem comprometer a carreira.

Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa da HAYMAN-WOODWARD, empresa referência em mobilidade global e imigração, com quase 30 anos de experiência no setor. Seguir essas orientações pode facilitar o processo e abrir portas para uma nova forma de trabalhar e viver no exterior.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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