Vacinação anual contra influenza é essencial para prevenir complicações graves

Atualização da vacina para 2026 reforça proteção contra as cepas mais circulantes no Brasil

A circulação da influenza reforça a importância da prevenção anual por meio da vacinação, especialmente para grupos mais vulneráveis. A influenza é uma infecção respiratória viral aguda responsável por epidemias sazonais que impactam sistemas de saúde globalmente. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a gripe sazonal está associada a cerca de 1 bilhão de casos anuais no mundo, com 3 a 5 milhões de casos graves e até 650 mil mortes por complicações respiratórias a cada ano.

A médica Sylvia Freire, do Sabin Diagnóstico e Saúde, destaca que os sintomas mais comuns da gripe incluem “febre de início súbito, tosse, dor de cabeça, dores musculares, dor de garganta, coriza e mal-estar”. Ela alerta que, em parte dos casos, principalmente entre idosos, gestantes, puérperas, crianças pequenas, pessoas com doenças crônicas e imunossuprimidos, o quadro pode evoluir para complicações como pneumonia e Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), podendo levar à internação e até óbito.

No Brasil, em 2025, foram registrados cerca de 220 mil casos de SRAG, com aproximadamente um em cada quatro casos confirmados relacionados à influenza A, tornando o vírus uma das principais causas de quadros graves no país. Foram contabilizadas mais de 13 mil mortes por SRAG, sendo quase metade associada à influenza A.

A vacinação contra a gripe é recomendada para todas as pessoas a partir de seis meses de idade. Crianças entre seis meses e oito anos que receberão a vacina pela primeira vez devem tomar duas doses, com intervalo mínimo de quatro semanas. A partir dos nove anos, é indicada uma dose única anual. Pessoas com febre ou infecção aguda devem aguardar melhora clínica para receber a vacina.

A vacina contra a gripe é do tipo inativada, produzida com partículas virais cultivadas, inativadas quimicamente e purificadas. “O imunizante estimula a produção de antígenos que não causam infecção, permitindo que o sistema imunológico reconheça o vírus e responda rapidamente, reduzindo o risco de evolução para quadros graves”, explica a infectologista pediátrica Sylvia Freire.

A composição da vacina é atualizada anualmente para acompanhar as cepas com maior probabilidade de circulação, baseada na vigilância global coordenada pela OMS e adotada no Brasil pela Anvisa. Para a temporada 2026 no Hemisfério Sul, as vacinas trivalentes conterão vírus similares às variações A (H1N1 e H3N2) e B (linhagem Victoria). As vacinas quadrivalentes incluem essas três cepas e podem manter um segundo componente de vírus influenza B (linhagem Yamagata), mesmo sem circulação documentada recente.

Na rede privada, em 2026, estarão disponíveis vacinas trivalentes e quadrivalentes atualizadas, incluindo a vacina quadrivalente e a vacina de alta dose trivalente, destinada a idosos, nas unidades do Sabin Diagnóstico e Saúde.

Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa.

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EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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