Liderança feminina cresce na gestão tributária e fortalece empresas

Executivas dominam decisões fiscais para garantir eficiência e competitividade no novo cenário tributário

A liderança feminina tem conquistado espaço significativo na gestão tributária das empresas brasileiras, um avanço que ganha ainda mais relevância com as recentes mudanças no sistema fiscal do país. Segundo dados da Grant Thornton, mulheres ocupam cerca de 38% das posições de liderança nas organizações nacionais, superando a média global. Essa presença é fundamental para o enfrentamento dos desafios impostos pela Reforma Tributária, aprovada pela Emenda Constitucional 132, que amplia o peso das decisões fiscais na estratégia de negócios.

Maynara Fogaça, tributarista com mais de 23 anos de experiência e CEO do ecossistema Visão Tributária, ressalta que o tema tributário deixou de ser apenas uma pauta contábil para se tornar uma questão central de liderança. “Reforma Tributária não é pauta contábil. É pauta de liderança. As decisões fiscais hoje influenciam diretamente expansão, margem de lucro e sustentabilidade financeira das empresas”, afirma. A digitalização da fiscalização, com sistemas como SPED e notas fiscais eletrônicas, aumentou a capacidade de monitoramento da Receita Federal, reduzindo as margens para inconsistências e exigindo maior rigor na gestão tributária.

Um levantamento do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) revela que cerca de 95% das empresas brasileiras pagam mais impostos do que deveriam devido a falhas na apuração ou ausência de revisão fiscal. Para Maynara, isso evidencia a necessidade de colocar o tema tributário no centro da gestão empresarial. “Existe uma diferença enorme entre pagar imposto e pagar certo. Quando a liderança entende o impacto do sistema tributário nas decisões de negócio, abre espaço para eficiência financeira e crescimento mais seguro”, explica.

Diante desse cenário, Maynara apresenta sete medidas estratégicas para que as empresas possam melhorar sua eficiência tributária e reduzir riscos: realizar diagnóstico tributário completo, revisar tributos pagos nos últimos cinco anos para identificar créditos fiscais, integrar as áreas financeira, contábil e estratégica, utilizar tecnologia para análise fiscal, manter a equipe contábil sempre atualizada, avaliar a contratação de consultoria especializada e priorizar a segurança jurídica nas decisões fiscais.

Essas práticas são essenciais para que a gestão tributária dialogue diretamente com a estratégia do negócio, influenciando fluxo de caixa, margem de lucro, precificação e investimentos. Segundo a especialista, empresas que adotam essa visão tendem a ganhar vantagem competitiva. “A revisão fiscal não deve ser vista como medida emergencial. Quando feita de forma técnica e estratégica, ela libera recursos para investimento, crescimento e fortalecimento financeiro das empresas”, destaca.

Com a transformação estrutural do sistema tributário brasileiro, lideranças femininas preparadas para lidar com essas mudanças estarão mais aptas a conduzir suas organizações rumo a um futuro sustentável e competitivo. O conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa.

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EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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